Portugal regista o pior resultado no Índice de Percepção da Corrupção desde 2012, estando agora na 34.ª posição entre 180 países. Margarida Mano não tem dúvidas: a cultura e a atitude estão intrinsecamente ligadas aos actos de corrupção. É por isso que a Presidente da Associação Transparência e Integridade, organização acreditada pela Transparência Internacional (TI) em Portugal, considera que “o escrutínio permanente do exercício político é essencial” e “a sociedade civil tem de estar atenta, empenhada e de se incomodar de forma consequente”.
Artigo para ler, esta quinta-feira, na versão impressa do “Campeão das Províncias”