O UC Exploratório recebe, quinta-feira, dia 14, um workshop descentralizado focado na Avaliação Estratégica da Agência para a Investigação e Inovação (AI2). O evento tem como objectivo central discutir os principais problemas identificados no quadro nacional, integrando as perspectivas específicas do território e do desenvolvimento regional no sector da ciência.
O encontro pretende contribuir para a focalização da avaliação estratégica, identificando as questões mais relevantes e os chamados Fatores Críticos para a Decisão (FCD). Estes factores servirão como ferramentas essenciais para a avaliação de futuras opções estratégicas no ecossistema científico nacional.
A sessão de abertura, agendada para as 15h00, contará com um painel de figuras institucionais de relevo: Paulo Trincão, Director do UC Exploratório; João Ramalho, Vice-Reitor da Universidade de Coimbra; Ana Abrunhosa, presidente da Câmara Municipal de Coimbra; Helena Canhão, secretária de Estado da Ciência e Inovação; Maria do Rosário Partidário, coordenadora da Avaliação Estratégica da AI2.
O programa da tarde privilegia a discussão activa, incluindo momentos de debate em grupo e análise crítica do quadro problema face aos Objectivos de Desenvolvimento Regional. Os participantes trabalharão na identificação de temas críticos e na síntese de factores de sucesso para a investigação e inovação.
O encerramento dos trabalhos, previsto para as 17h45, ficará a cargo do secretário de Estado da Economia, João Ferreira.
Visão 2050
A iniciativa insere-se num quadro mais amplo de planeamento a médio e longo prazo, fundamentado em pilares como o Emprego Científico, as Infraestruturas Tecnológicas e o reforço do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
A “Visão 2050” delineada para este processo projecta um Portugal que cria e transforma talento em valor económico, social e ambiental, mantendo um sistema dinâmico, competitivo e orientado para a excelência internacional.
Este workshop é financiado pela União Europeia através do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e conta com o apoio do PLANAPP (Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas).