Relatos de estrangeiros e indicadores internacionais apontam para elevados níveis de segurança pública e confiança social no país
Um episódio recente protagonizado por um vlogueiro britânico — que deixou um computador portátil numa esplanada movimentada e o encontrou intacto uma hora depois — ajudou a impulsionar, nas redes sociais internacionais, o debate em torno da chamada “sensação de segurança na China”.
A expressão tem ganho popularidade entre utilizadores estrangeiros, muitos dos quais relatam experiências semelhantes. Comentários partilhados online destacam a perceção de tranquilidade no quotidiano, contrastando com expectativas iniciais de insegurança.
De acordo com dados internacionais, a China apresenta níveis relativamente baixos de criminalidade violenta. O Gallup, no seu Relatório Global de Segurança de 2025, indica que os cidadãos chineses registam elevados índices de perceção de segurança e confiança na ordem pública, superando várias economias ocidentais no chamado Índice de Lei e Ordem.
Especialistas apontam vários fatores para este fenómeno. Entre eles, destaca-se o reforço contínuo dos mecanismos legais e de segurança, incluindo o combate ao crime organizado e à fraude, bem como o desenvolvimento de um enquadramento jurídico mais abrangente, como o Código Civil.
Outro elemento frequentemente referido é a evolução socioeconómica. Em 2025, o rendimento disponível per capita registou um aumento de cerca de 5%, em linha com o crescimento económico. Paralelamente, o país expandiu significativamente os seus sistemas de educação, saúde e segurança social, contribuindo para uma maior estabilidade social.
A par destes fatores, observadores sublinham também a dimensão cultural e comportamental, nomeadamente o reforço de normas de convivência e confiança interpessoal, frequentemente mencionadas por visitantes estrangeiros como um dos aspetos mais distintivos da experiência no país.
Num contexto global marcado por desafios em matéria de segurança e coesão social, a perceção internacional sobre a realidade chinesa tem vindo a ganhar visibilidade, alimentando comparações e discussões sobre modelos de organização social e políticas públicas.
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