A Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC) assinalou esta quarta-feira o seu 139.º aniversário afirmando-se como uma instituição inovadora, tecnológica e prática.
Nas palavras do presidente da ESAC, João Gândara, a Escola continua a focar-se na investigação, vista como essencial para o prestígio e sustentabilidade financeira da escola, e no reforço da ligação à sociedade para atrair novos talentos.
Em relação a uma possível integração entre o Instituto Politécnico e a Universidade de Coimbra, o responsável referiu que a ESAC será solidária com as decisões tomadas.
Na sessão de aniversário, a presidente do Politécnico de Coimbra, Cândida Malça, destacou na Escola Superior Agrária o seu espírito de visão e responsabilidade, afirmando-se no plano científico e como “instituição inovadora sem perder a identidade”.
A aposta na inovação, na tecnologia e na componente prática, foi também a tónica da intervenção (via online) do presidente da Associação de Estudantes, Jorge Simão.
Este ano, a comemoração na ESAC deu destaque às raças autóctones existentes na instituição, tendo os participantes feito uma incursão pelas mesmas. Foi ainda inaugurada a exposição de fotografia “Macrocosmos”, do fotógrafo de natureza João Santos.
A sessão comemorativa foi, igualmente, ocasião para o reconhecimento à comunidade da ESAC, com homenagens aos aposentados e a apresentação de um novo trabalhador.
Frequentam a ESAC 1.238 estudantes, 217 em CTeSP, 770 nas licenciaturas, 226 nos mestrados e 25 no programa doutoral. A Escola tem 119 trabalhadores, 54 docentes e 65 não docentes.
NA IMAGEM: Cândida Malça, presidente do IPC, e João Gândara, presidente da ESAC