Coimbra  20 de Setembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

Júlio Cortez

Direito de resposta: Jobipiso versus ADFP

16 de Julho 2018

A empresa Jobipiso exerce direito de resposta acerca de uma notícia, divulgada a 05 de Julho, sobre um diferendo entre a sociedade e a Fundação ADFP.

«A condenação no pagamento à Jobipiso, construtora do Hotel Serra da Lousã, numa quantia superior a 600 000 euros, pelasociedade comercial HSL – Unipessoal, Lda, pertencente à Fundação ADFP (Miranda do Corvo) – entidades cujopresidente é o dr. Jaime Ramos – levou este a afirmar não reconhecer idoneidade nem imparcialidade a um tribunal arbitral.

Teria razão o dr. Jaime Ramos se o tribunal tivesse como árbitro um membro por ele antes indicado, o seu cunhado, eng. CarlosFerreira. Porém, o tribunal arbitral que condenou a HSL, Lda, acordado no contrato pelo dr. Jaime Ramos e pelo sócio-gerente daJobipiso, foi constituído por árbitros de reconhecida e elevada isenção e competência, tendo dois deles, professores universitários, sido designados por despacho judicial do presidente do Tribunal da Relação do Porto.

O Tribunal Arbitral da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN) foi institucionalizado ao abrigo da Portaria nº. 196/96, de 22 de Abril, tendo até a sua competência sido recentemente ampliada por despacho do Ministério da Justiça, publicado em Diário da República (2ª. série, nº. 103, de 29 Maio de 2018).

Bem sabe o dr. Jaime Ramos que a Jobipiso deu início à obra, publicamente concursada e financiada pelo Turismo de Portugal, ainda no ano de 2012, quando, afinal, soube-se depois, que a licença de construção apenas veio a ser emitida em Agosto do ano seguinte. Por isso mesmo, tudo está já a ser objecto de investigação criminal e face à denúncia oportunamente efectuada, há mais de dois anos, pelo sócio-gerente da Jobipiso».

(*) Sócio-gerente da Jobipiso

 

 

WP Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com