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UC: Margarida Mano eleita presidente da FORGES

13 de Fevereiro 2020

Margarida Mano, docente da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, foi eleita presidente da Direcção da associação FORGES – Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa.

Deputada da Assembleia da República entre 2011 e 2015, Margarida Mano foi vice-reitora da Universidade de Coimbra, responsável pelos pelouros do Planeamento Estratégico, Financeiro e da Acção Social.

A instituição FORGES foi criada em 2011 e tem como principal objectivo promover uma rede de estudo e investigação na área da gestão e das políticas de ensino superior no espaço da língua portuguesa.

Nos últimos anos a FORGES – instituição da qual Margarida Mano é associada fundadora – realizou nove conferências em quatro continentes (duas das quais na Universidade de Coimbra), tendo promovido, no âmbito da “Academia FORGES”, acções de formação, seminários e visitas de estudo e fomentado a publicação de estudos sobre o ensino superior (na revista FORGES).

A FORGES tem um impacto assinalável no espaço da rede do Ensino Superior da Língua Portuguesa, contando com cerca de 500 associados institucionais e individuais, de entre docentes, investigadores, dirigentes e técnicos de Universidades e Politécnicos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal, Macau, Moçambique e Timor-Leste.

“A FORGES tem revelado, ao longo dos últimos 10 anos, a importância que uma rede de instituições, mas sobretudo de pessoas interessadas na gestão do ensino superior, pode ter no espaço da língua portuguesa. Nos últimos dez anos vivemos ciclos económicos, sociais e políticos muito diferentes nos vários espaços – relembro a situação difícil que Portugal atravessava quando fundamos a FORGES – e em muitos casos foi na rede que dirigentes e investigadores encontraram estímulos de mudança e de colaboração absolutamente essenciais” – refere Margarida Mano, para quem um dos principais objectivos imediatos é concretizar acções que permitam aos associados – nomeadamente os de regiões que enfrentam maiores dificuldades – aprofundar, densificar e fazer crescer a rede de estudo e investigação de ensino superior no espaço da língua portuguesa.

“A língua portuguesa é hoje falada em todo o mundo por 260 milhões de pessoas, espalhadas por quatro continentes. O português é a língua mais utilizada no hemisfério sul e a sexta língua mais falada do globo. Ora o ensino superior tem particulares responsabilidades de um compromisso activo na defesa da língua portuguesa e do seu papel na preservação da civilização e da cultura humanas”, – destaca a docente universitária.

 

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