Coimbra  16 de Dezembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Turismo do Centro apresentou plano para a próxima década

3 de Dezembro 2019

A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal apresentou, hoje (03), documentos estruturantes que traçam o caminho a ser seguido na próxima década de actividade turística no Centro de Portugal.

O Plano Regional de Desenvolvimento Turístico 2020-2030 e o Plano de Marketing foram apresentados numa sessão pública que decorreu na sede da Deloitte, em Lisboa.

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, presidiu a sessão que contou com a presença de Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal (TPC).

O Plano Regional de Desenvolvimento Turístico 2020-2030 e o Plano de Marketing da TPC resultam de uma colaboração com a Deloitte, a qual incluiu uma auscultação exaustiva de vários protagonistas, não apenas na área do turismo, realizada pela consultora.

Pedro Machado referiu que “foram muitos os motivos que levaram o Turismo Centro de Portugal a desenvolver estes documentos”. “A indústria do turismo está a atravessar um conjunto de mutações, o que nos motivou a percorrer este caminho, de forma a ajustar os destinos e regiões à actividade turística. A região Centro de Portugal cresceu nos últimos anos acima da média nacional, mas poderá não ser sempre assim”, sublinhou o presidente.

Rita Marques encerrou a sessão elogiando o trabalho feito: “a região Centro de Portugal tem contribuído de forma muito sólida para o crescimento do turismo no país. O país não é só Lisboa. Olhando para estes documentos, que apontam para o futuro, ficamos seguros de que temos as pessoas certas para o Centro de Portugal continuar a crescer e ser uma região de excepção”.

Este plano projecta as principais linhas-mestras da TCP para a próxima década, sintetizando as metas turísticas concretas a atingir e os objectivos estratégicos gerais para a região.

Foram definidas quatro metas turísticas a alcançar: aumentar o número de dormidas na região Centro de Portugal; aumentar a estada média no território; aumentar a taxa liquida de ocupação-cama; e aumentar o rendimento por quarto disponível.

Para alcançar estas metas, o Plano tem cinco directrizes orientadoras: “qualificar e valorizar todos os intervenientes na cadeia de valor do sector do Turismo; promover o desenvolvimento integrado, sustentado e coeso do território; estruturar, qualificar, consolidar e diversificar transversalmente a qualidade da oferta; contribuir para o desenvolvimento da notoriedade da região Centro e na solidificação da marca Centro no mercado; potenciar o investimento turístico na região Centro; e incentiva a inovação e empreendedorismo”.

Também os pilares estratégicos foram adaptados de forma a sumarizarem a oferta turística da região, passando pela cultura, história, património e gastronomia e vinhos; natureza, ‘wellness’, turismo activo e desportivo e mar; ‘lifestyle’, ‘inspirational’ e novas tendências; turismo espiritual e religioso; e turismo corporate e empresarial.

Quanto ao Plano de Marketing é um documento que sintetiza a estratégia da região, orientada para o produto, mercados, segmentos e marca, partindo das linhas estratégicas de acção e dos pilares estratégicos anteriormente referidos.

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