Coimbra  24 de Fevereiro de 2020 | Director: Lino Vinhal

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Touradas tiveram mais público na região Centro

1 de Fevereiro 2018

De acordo com os dados da temporada tauromáquica de 2017, divulgados pela Protoiro – Federação Portuguesa de Tauromaquia, a taxa média de ocupação das praças em corridas de touros na região Centro foi de 71 por cento.

O valor total representa um crescimento de 1,4 por cento em relação ao ano de 2016, sendo de assinalar que o distrito de Viseu liderou a nível nacional, com uma taxa de ocupação de 100 por cento.

A temporada tauromáquica de 2017 foi marcada pelo crescimento de 1,8 por cento de público nos espectáculos taurinos nacionais (435 660 pessoas) e por um conjunto de indicadores “muito positivos” que remetem para a retoma e crescimento do sector no país.

Para a Protoiro, os números agora revelados demonstram “a importância cultural da tauromaquia na região Centro e a transversalidade geográfica desta importante manifestação da cultura portuguesa”.

A zona centro conta com praças de temporada e de importância nacional como a da Figueira da Foz ou da Nazaré, sendo de destacar que o distrito de Viseu, junto com Viana do Castelo, liderou a média da taxa de ocupação em corridas de toiros, com a tradicional corrida de S. João da Pesqueira.

Para a Protoiro, o ano de 2017 ficou também marcado pelo regresso das transmissões televisivas de corridas de touros na TVI. “Este regresso foi marcado por um enorme sucesso e liderança de audiência que conjugado com as três corridas transmitidas pela RTP1 obtiveram um acumulado médio de cerca de dois milhões de telespectadores (1,8 milhões) , liderando as audiências nacionais em vários segmentos horários”, refere.

Na elaboração deste resumo estatístico, elaborado pela Protoiro, foram usados como fontes os dados da Associação Nacional de Toureiros (ANDT) e da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide (APCTL), sendo cruzados entre si.

“Obtemos, assim, resultados rigorosos e que espelham a totalidade da actividade do sector cultural taurino português, pois os dados compilados pela Inspecção Geral das Actividades Cultural (IGAC) não retratam toda a realidade taurina portuguesa, sendo somente um relatório administrativo da actividade deste organismo público”, declara a Protoiro.

 

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