Coimbra  2 de Dezembro de 2020 | Director: Lino Vinhal

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PSP encerra espaço em Coimbra por incumprimento das regras do estado de calamidade

21 de Outubro 2020 Jornal Campeão: PSP encerra espaço em Coimbra por incumprimento das regras do estado de calamidade

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Coimbra encerrou, na noite de ontem (20), um estabelecimento de restauração e bebidas, na avenida Sá da Bandeira, por incumprimento das medidas inerentes ao estado de calamidade.

No interior do espaço estavam, pelas 01h20, 75 clientes.

A PSP acorreu ao estabelecimento, depois de ter tido conhecimento de que “o mesmo se encontrava a laborar e com música no seu interior”. Ali, os agentes da agentes da 2.ª Esquadra do Comando de Coimbra “contactaram com o gerente do referido espaço, que informou que no seu interior se encontravam alguns clientes, que já estariam a efectuar o pagamento e que no imediato saíam”.

Contudo, revela a Polícia, “tal procedimento não se confirmou, tendo os agentes acedido ao seu interior, onde constataram a presença de cerca de 75 clientes, na grande maioria a ingerir bebidas alcoólicas e a circular sem máscara de protecção individual, violando assim as regras em vigor”. Foi, por isso, dada ordem de encerramento, tendo os clientes abandonado o local.

“Dado o volume de pessoas e por questões de segurança não houve possibilidade de identificar os indivíduos”, nota a PSP. No entanto, “no âmbito resolução do Conselho de Ministros, que declarou a situação de calamidade no país, foram levantados três autos de contraordenação, um pela inobservância das regras de ocupação, lotação, permanência, distanciamento físico e a não existência prévia de marcação dos locais abertos ao público, outro pela realização de celebrações e outros eventos que impliquem a aglomeração de pessoas em número superior ao definido e outro por incumprimento das regras de fornecimento e venda de bebidas alcoólicas”.

Até ao momento o Comando da Policia de Segurança Pública de Coimbra elaborou 105 autos de notícia por contraordenação, por infracções relacionadas com a pandemia de covid-19”, esclarece a aquela força policial.