Coimbra  24 de Junho de 2019 | Director: Lino Vinhal

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PSP de Coimbra trava astúcia de jovens mulheres para furtar roupa

8 de Fevereiro 2019

A PSP de Coimbra, que apreendeu artigos estimados em 25 000 euros, revelou, hoje, ter travado a astúcia com que três jovens mulheres se dedicavam ao furto de calçado e de roupas de marca.

As arguidas, com idades compreendidas entre 29 e 34 anos, possuíam engenho e arte para furtar através de quase todo o país, fazendo-se deslocar em carros alugados na expectativa de encobrir o cometimento dos crimes.

O comissário António Baptista disse que a ponta da «meada» inerente ao caso foi descoberta em Coimbra, há quatro meses, por ocasião de um crime de furto praticado por uma das arguidas numa grande superfície comercial.

Munida de mandados de busca, cuja emissão foi requerida a juiz de instrução criminal pelo Ministério Público (MP), a PSP de Coimbra apreendeu, em domicílios lisboetas, assinalável volume de artigos de vestuário, tendo contado com a colaboração da Polícia da capital.

A comercialização dos artigos por parte das mulheres estava praticamente confinada a venda porta-a-porta, efectuada na zona de Lisboa.

Segundo o comissário Baptista, as suspeitas agiam em grupo, frequentemente, e faziam uso de alguma sofisticação para ludibriar os sistemas de detecção de furto de vestuário e calçado, recorrendo, por exemplo, a sacos forrados com papel de alumínio e a carros de bebé e mochilas.

Para eventual aplicação de medida(s) de coacção mais severa(s) do que o termo de identidade e residência, as arguidas terão de ser presentes a juiz de instrução.

Apresentações periódicas a órgão de polícia criminal e proibição e imposição de condutas são cenários plausíveis se o MP entender como inadequado o mero cumprimento de termo de identidade e residência.

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