Coimbra  27 de Fevereiro de 2021 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

PS de Coimbra congratula-se com conclusão do IC6, mas pede mais para o distrito

11 de Fevereiro 2021 Jornal Campeão: PS de Coimbra congratula-se com conclusão do IC6, mas pede mais para o distrito

O Partido Socialista de Coimbra, representado pelo seu presidente Nuno Moita, mostrou-se satisfeito “com a abertura do concurso para a obra de conclusão do IC6”, entre os nós de Tábua e da Folhadosa (na Guarda).

A Infraestruturas de Portugal (IP) lançou concurso público para a elaboração do projecto de execução do troço do Itinerário Complementar (IC) 6, tendo sido o mesmo anunciado ontem (10), e publicado em Diário da República já na segunda-feira (08).

O projecto a executar engloba o prolongamento do troço existente do IC6 (Catraia dos Poços/Venda de Galizes), com inicio após o nó de ligação de Tábua e término no nó de Folhadosa (concelho de Seia), com ligação à EN17.

Este sublanço terá uma extensão de 19 quilómetros, servindo directamente os concelhos de Tábua e Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, e o concelho de Seia, no distrito da Guarda.

O IC6, com início no IP3, em Penacova, está pensado para ligar Coimbra à Covilhã através do interior do distrito de Coimbra e da encosta Sul da Serra da Estrela, mas parou no nó de Tábua, em 2010.

Nuno Moita muito lutou por este projecto “na defesa intransigente do distrito de Coimbra e das suas populações reforçando a necessidade de uma via com francas características de segurança melhorando substancialmente as acessibilidades da região interior do distrito de Coimbra assim como distritos limítrofes”, nota o PS, em comunicado, sublinhando que o presidente da Distrital de Coimbra “defende o investimento público como absolutamente essencial para a recuperação económica do país, para a preservação de emprego e para a absorção de mão-de-obra que, infelizmente, possa ser libertada de outros sectores mais afectados pela crise criada pela pandemia”.

Assim, para Nuno Moita, “todo o investimento público, incluindo as grandes obras públicas programadas estruturantes e que foram amplamente debatidas publicamente que são importantes para o país e para os portugueses, devem avançar e, se possível, devem os seus calendários ser antecipados”.

Esta é, segundo o socialista e também actual presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, “uma forma de criar riqueza, preservar e gerar postos de trabalho minimizando os efeitos nefastos da crise da covid-19 e, simultaneamente, potenciar o desenvolvimento da região Centro, da sua economia e dos seus habitantes”.