Coimbra  28 de Fevereiro de 2021 | Director: Lino Vinhal

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Projecto Pharaon debate objectivos futuros

9 de Fevereiro 2021 Jornal Campeão: Projecto Pharaon debate objectivos futuros

O Pharaon – “Pilots for Healthy and Active Ageing” (Pilotos para um Envelhecimento Activo e Saudável), com o propósito de definir as próximas acções do projecto e mitigar os efeitos da pandemia, reuniu os principais elementos da equipa numa conferência online, na passada quinta-feira (04).

O Pharaon tem como principal objectivo desenvolver plataformas integradas que permitam fornecer cuidados de saúde e sociais personalizados e optimizados, de forma a manter a dignidade das pessoas mais velhas e, consequentemente, aumentar a sua independência, segurança e capacidades. Pretende ainda, estimular o interesse pelas áreas urbanas, bem como a participação activa na preservação do ambiente.

De forma a responder a todas estas metas, o projecto propõe integrar serviços, dispositivos e ferramentas digitais em plataformas abertas e de rápida implementação.

Sob o tema “Cidades Inteligentes e Amigáveis”, o piloto português, é composto por cinco parceiros: Glintt Healthcare Solutions SA, Universidade de Coimbra – MARE, Universidade da Beira Interior, Santa Casa da Misericórdia da Amadora e Cáritas Diocesana de Coimbra, sendo os últimos dois os coordenadores do piloto. Nesta iniciativa pretende-se envolver mais de 1 000 cidadãos portugueses, com foco em adultos mais velhos e nos seus cuidadores.

Neste plano pretendem-se desenvolver plataformas integradas que serão validadas através de uma fase de pré-validação e de piloto de larga escala (LSPs), localizados em seis territórios diferentes: Amadora e Coimbra (Portugal), Múrcia e Andaluzia (Espanha), Países Baixos, Eslovénia e Itália. Cada piloto terá uma equipa de parceiros para garantir o correcto desenvolvimento.

No que toca a Portugal, irá ser testada tecnologia com foco no cidadão, vão ser respondidos desafios relacionados com cuidados integrados e planeamento, processos e infraestruturas integradas, partilha de conhecimento e o reconhecimento e uso das áreas naturais urbanas, verdes e azuis, como fundamentais para o seu bem-estar físico e mental.

O consórcio do projecto Pharaon é composto por 42 entidades europeias e envolve um financiamento total de 21,5 milhões de euros.