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Preço do cabaz de produtos essenciais baixa cerca de 4% após fim do IVA Zero

7 de Fevereiro 2024 Jornal Campeão: Preço do cabaz de produtos essenciais baixa cerca de 4% após fim do IVA Zero

Um mês após o fim do IVA Zero, em Portugal, o preço dos produtos alimentares essenciais desceu 4,15%. A informação é avançada pela plataforma de comparação de preços de supermercados Kabaz.pt. A análise realizada comparou o custo dos produtos na segunda-feira (5 Fevereiro) com os valores praticados a 5 de Janeiro e concluiu que “o valor dessa lista de 45 produtos totalizava 143,77 euros há exactamente um mês, enquanto ao dia de ontem os mesmos artigos já custavam 137,81 euros, menos 5,97 euros”.

Do total de alimentos analisados, 21 registaram uma descida de preço, entre eles, os ovos (de 1,97 euros para 1,62 euros); o atum (de 1,69 euros para 1,40 euros), o bacalhau, (de 13,23 euros/kg para 11,99 euros/kg); e o azeite, (de 8,60 euros para 7,94 euros). De acordo com o Kabaz.pt, “desta lista de compras, apenas 9 produtos aumentaram de preço, destacando-se artigos como o queijo fatiado (de 2,37 euros para 2,52 euros); o esparguete, (de 0,91 euros para 1,01€), a dourada, (de 6,34 euros/kg para 6,99 eiuros/kg) e a couve, (de 1,09 iuros/kg para 1,49 euros/kg).

Contudo, esta tendência de redução de preços não é ainda suficiente para acalmar os portugueses, já que não consegue compensar o regresso da taxa de IVA de 6%. “No final do ano passado, quando o IVA Zero ainda estava em vigor, este cabaz de produtos custava 136,45 euros, um valor ainda abaixo dos preços praticados ao dia de ontem [segunda-feira]”, dá conta o Kabaz.pt.

A este respeito, o Head of Business da plataforma, Pedro Pimenta, sublinha que “esta redução de preços é uma boa notícia para as famílias portuguesas, no entanto, é importante continuar atento às flutuações de preços, pois os comerciantes podem adaptar-se rapidamente a novas alterações no mercado”. O mesmo responsável realça, por fim, a inportância de “continuar a comparar preços e, sempre que possível, recorrer a várias lojas e supermercados para a aumentar a diversidade de escolha e, dessa forma, conseguir maximizar a poupança”.

Cátia Barbosa (Jornalista do “Campeão” no Porto)