Coimbra  18 de Outubro de 2021 | Director: Lino Vinhal

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Pavimentação de vias e espaços municipais decorre na Lousã

25 de Agosto 2021 Jornal Campeão: Pavimentação de vias e espaços municipais decorre na Lousã

A empreitada de pavimentação de diversas vias e espaços municipais começou na segunda-feira (22), na Lousã, representando os trabalhos um investimento superior a 350 mil euros.

De acordo com a Câmara Municipal, a obra, cuja adjudicação se realizou a 19 de Março, só agora se iniciou devido a “dificuldades da empresa, que são transversais no sector das obras públicas com reflexos em todo o país”.

A obra contempla diversos trabalhos de reparação das vias, como fresagens, estabilizações, aplicação de massa betuminosa (cerca de 35 mil metros quadrados) e, em alguns casos, a aplicação de “slurry”.

Os trabalhos iniciaram-se na via entre as Fontaínhas e a Póvoa da Lousã, nas freguesias das Gândaras e Lousã e Vilarinho, estando previstas outras intervenções, nomeadamente na EM 555, entre a Rotunda da Cruz de Ferro e o cruzamento para a Fórnea; Fórnea de Cá (até à passagem de nível); estrada Reguenga – Fórnea; ponte Quadiz; rua do Canto; Sarnadinha; rua Sá de Miranda; rua Padre Daniel Montenegro (desde a rua Cruz da Gândara até ao cruzamento de acesso à EN 342); rua do Passal – Vilarinho; rua do Lagar e rua do Soito – Vilarinho; urbanização da Cova da Areia; rua da Escola – Foz de Arouce;  rua da Tábua (zona danificada) – Casal de Ermio; rua do Cortiço (até à ponte) – Ponte Velha; arruamento nos Cômoros; rua Dr. Pedro Mascarenhas; rua Padre José da Silva Figueiredo – Poças; praça Sá Carneiro – colocação de “slurry”; arruamento junto à Quinta do Palácio; intervenção de adaptação das lombas na EM553 (Foz de Arouce – Serpins – Amiais); e intervenção de adaptação das lombas na EM236 (Foz de Arouce).

O presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, “lamenta o atraso no início da empreitada, que caso o processo tivesse decorrido com normalidade, estaria já concluída”, referindo que “o atraso nas obras públicas em todo o país é uma situação real e complicada e que está e continuará a gerar várias condicionantes relevantes”.

O autarca destacou ainda que a “autarquia tem outros processos que ainda não se iniciaram – como a segunda fase do Centro de Recolha Animal – porque as empresas que ganharam os concursos públicos têm justificado com as mesmas dificuldades, nomeadamente a falta de mão de obra, a falta de materiais e a subida de preço desses mesmos materiais.”