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Museu da Misericórdia de Coimbra apresentou aplicação móvel

18 de Maio 2018 Jornal Campeão: Museu da Misericórdia de Coimbra apresentou aplicação móvel

No dia em que se celebram os Museus, hoje, a Santa Casa da Misericórdia lançou uma nova aplicação para ‘smartphones’ e tablets, que permite “novos níveis de interacção do visitante com o Museu, com os seus espaços e com as suas colecções”.

A “e-Museum” é uma aplicação desenvolvida pela empresa conimbricense Dropmind e permite “aceder à informação disponibilizada no Museu da Misericórdia de Coimbra (salas, colecções e peças em exposição), quer através da leitura óptica de QR Codes, quer através de voz ou reconhecimento de texto (https://emuseum.dropmind.pt/)”, revelou, hoje, a Santa Casa de Coimbra, na apresentação desta nova tecnologia.

A plataforma está disponível em quatro línguas (português, castelhano, francês e inglês) e, ainda, tem uma versão para utilizadores invisuais, “um público infelizmente não muito comuns nos nossos museus”.

Através da “e-Museum” é possível, também, conhecer melhor a instituição, a cidade e os seus principais atractivos turísticos.

O Museu da Misericórdia de Coimbra afirma que esta “é uma solução tecnológica pioneira a nível nacional e representa uma aposta séria na acessibilidade e na igualdade de acesso à cultura, mas representa igualmente o concretizar de sinergias locais, mediante uma parceria estabelecida entre uma instituição museológica de referência da cidade e uma empresa tecnológica de Coimbra”.

“Os museus são importantes actores sociais e culturais, cuja acção e actividade tem um enorme impacto na comunidade onde se encontram localizados. Os museus conservam, protegem, estudam e divulgam o património, cultural, artístico e histórico, tratando-se de um legado que a todos pertence e que, por conseguinte, deve estar disponível para todos, sem excepção, independentemente das suas circunstâncias sociais, culturais, económicas, físicas ou intelectuais”, salientou a Santa Casa, adiantando que a ideia é que as visitas ao Museu sejam feitas de forma “quase 100 por cento autónoma”.

A aplicação é importante pelo “legado patrimonial de que é fiel depositário, e cujo museu conserva” e está já disponível gratuitamente, para todos os visitantes.