Coimbra  17 de Maio de 2022 | Director: Lino Vinhal

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Município de Tábua disponível para acolher refugiados Ucranianos

1 de Março 2022 Jornal Campeão: Município de Tábua disponível para acolher refugiados Ucranianos

O presidente da Câmara Municipal de Tábua já manifestou junto da Embaixada da Ucrânia em Portugal e do Governo português, através dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Administração Interna, a total disponibilidade e receptividade deste Município em acolher cidadãos ucranianos que mostrem “vontade e interesse em vir para Portugal, bem como a prestar todo o apoio para que beneficiem de uma plena integração na comunidade Tabuense”, explica a Câmara Municipal.

Os serviços do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes de Tábua (CLAIM) já se encontram mobilizados na identificação dos recursos que deverão ser colocados à disposição dos cidadãos que escolham Tábua para se fixar, temporária ou definitivamente, nomeadamente ao nível da habitação, da educação para as crianças e do emprego nas áreas da saúde e da industria alimentar ou do mobiliário, permitindo-lhes concretizar um novo projecto de vida que lhes abra novas perspectivas para o seu futuro em Portugal,

Em articulação com as Autoridades portuguesas que coordenam a ajuda a enviar para a Ucrânia, o Município está igualmente a proceder à montagem de um centro logístico para recolha de bens e donativos de todos quantos queiram contribuir, sendo que em breve serão disponibilizados os contactos do CLAIM de Tábua, o local e os horários durante os quais será efectuada a recolha dos bens, assim que recebidas orientações quanto aos procedimentos a desenvolver.

O Município de Tábua pretende de forma pró-activa “cooperar e colaborar no sentido de minimizar as consequências humanitárias decorrentes desta barbárie, cometida contra um povo que só deseja e merece, liberdade e paz”, sublinha o Município.

Ricardo Cruz refere que esta atitude, pretende “traduzir em iniciativas concretas o espírito solidário e fraterno que caracteriza os Tabuenses que não poderiam ficar indiferentes a esta inqualificável atrocidade, porque nesta hora, todos somos Ucranianos”.