Coimbra  24 de Outubro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Ministra da Saúde alertada por deputada para o IPO de Coimbra

14 de Dezembro 2018

A ministra Marta Temido está a diligenciar no sentido do reforço de verba para investimento no Instituto Português de Oncologia de Coimbra, disse, hoje, a deputada Fátima Ramos (PSD) ao “Campeão”.
O anúncio da esperada medida ocorreu por ocasião de uma interpelação feita à ministra da Saúde pela parlamentar social-democrata.
A 27 de Setembro [de 2018], o nosso Jornal noticiou, através da edição impressa, que o sector cirúrgico do Centro Regional do Centro do Instituto Português de Oncologia (IPO) irá ser renovado graças a novo edifício.
“Com a execução desta obra, o IPO de Coimbra verá cumprido um dos seus maiores desígnios”, declarou ao “Campeão” a nova presidente do Conselho de Administração da instituição, Margarida de Ornelas.
Segundo Fátima Ramos, o Centro Regional do Centro do IPO usufruiu de “reforço do capital estatutário para assegurar investimento, ainda no tempo do XIX Governo” (o primeiro de Pedro Passos Coelho).
De acordo com deputada, que também é economista, houve acréscimo dos encargos com a construção em cerca de cinco milhões de euros, face ao montante inicialmente previsto, razão por que se tornou necessário o XXI Governo garantir reforço de verba.
Quanto ao impasse acerca da escolha do local para a futura maternidade de Coimbra (substituta das de Daniel de Matos e Bissaya Barreto), Fátima Ramos lastima que “haja um litígio entre o líder do Município e o presidente do CHUC (ambos socialistas)”.
A “diminuição de acessibilidade nos cuidados de saúde primários, implicando isso maior recurso às urgências dos hospitais”, é outro aspecto referido a Marta Temido pela sobredita deputada à Assembleia da República.
A parlamentar aludiu ao Centro de Saúde de Miranda do Corvo para fazer notar que ele passou a encerrar pelas 17h45 e que na vigência dos governos de José Sócrates fechara o atendimento nocturno.
O “atraso de pagamentos por parte do Estado a instituições particulares de solidariedade social e a misericórdias” constitui uma situação igualmente lamentada pela economista e ex-presidente da Câmara mirandense.

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