Coimbra  24 de Outubro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Metrobus: Jaime Ramos acusa PS de “subserviência ao Governo”

2 de Junho 2017

Jaime Ramos (PSD) acusou, hoje, autarcas socialistas de serem “subservientes ao Governo” ao opinar que o figurino de Metrobus equivale a “desvalorização de Coimbra”.

“Comigo, o Governo, seja de que cor for, irá perceber que tem de respeitar Coimbra”, disse, em comunicado, o candidato social-democrata à liderança do Município conimbricense.

Segundo o médico, “perante novo atentado contra a região de Coimbra, os partidos da geringonça calam-se e comem o que o Governo lhes impõe”.

“Com pompa demagógica, porque vai haver eleições autárquicas [dentro de quatro meses], o Governo vem dizer que, depois de gastar mais milhões em estudos, talvez se abra concurso para investimento em finais de 2018 ou 2019 a fim de haver um serviço para depois de 2021”, opina Jaime Ramos.

O candidato a sucessor de Manuel Machado recorda ter sido um Governo do PS, liderado por José Sócrates, a “destruir o Ramal [ferroviário] da Lousã”.

Para Jaime Ramos, tratou-se de um “processo de terrorismo de Estado (destruição de uma infra- estrutura pública)”, configurando um caso que “devia ser investigado pelo Ministério Público, com julgamento dos responsáveis”.

Segundo o médico, o “processo de invenção da solução eléctricos rápidos / Metro – Mondego foi uma criação de Manuel Machado e dos socialistas de Coimbra, os quais, quando ganharam as eleições autárquicas de 1989, pediram ao XI Governo (de Cavaco Silva) para não electrificar / modernizar o Ramal da Lousã e para não construir o túnel que permitiria a ligação (em subsolo) entre o Parque Verde e a Estação Velha”.

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