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Mau tempo: Aviso vermelho a partir de amanhã

1 de Fevereiro 2017 Jornal Campeão: Mau tempo: Aviso vermelho a partir de amanhã

O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) decretou aviso vermelho (o máximo) para sete distritos do continente na tarde de amanhã (quinta-feira) por causa da forte agitação marítima, uma tempestade que começou hoje a atingir os Açores.

Segundo o IPMA, estarão em aviso vermelho por causa da forte agitação marítima os distritos de Viana do Castelo, Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa, todos a partir das 15h00 de quinta-feira.

Este aviso vermelho, de acordo com as informações disponibilizadas pelo IPMA, prolonga-se até final do dia de quinta-feira (23h59) e prevê ondas de noroeste com sete a oito metros de altura, podendo atingir um máximo de 12 a 14 metros.

A partir da tarde de quinta-feira estarão com aviso laranja (o segundo mais grave) também devido à agitação marítima os distritos de Faro, Setúbal e Beja, com previsão de ondas de noroeste com cinco a sete de altura, podendo atingir um máximo os 10 a 12 metros. Este aviso prolonga-se até às 15h00 de sexta-feira.

Mais de 1 500 civis e militares da Marinha Portuguesa e da Autoridade Marítima Nacional vão estar envolvidos na monitorização, prevenção e salvamento durante a tempestade que vai atingir a costa portuguesa.

Com a previsão de chegada da tempestade a Portugal continental, a Protecção Civil lançou ontem um aviso à população, alertando para a possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, inundações, estradas escorregadias e possível queda de árvores.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil recomenda comportamentos e medidas preventivas, “em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis”, entre as quais a desobstrução de sistemas de escoamento de águas pluviais, não atravessar zonas inundadas, para evitar o arrastamento de pessoas e viaturas, uma condução defensiva, sobretudo em caso de neve ou formação de lençóis de água, e a fixação de estruturas soltas, como andaimes.

A Protecção Civil desaconselha ainda a circulação e permanência junto a zonas arborizadas, junto à zona costeira, e apela a que não se pratique qualquer actividade relacionada com o mar.