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Imprensa: Notícia do “Campeão” abre rubrica da TVI24

22 de Dezembro 2017

Uma rubrica da TVI, “SOS 24”, abriu, hoje, com uma notícia divulgada, ontem (21), pela edição electrónica do “Campeão”, intitulada “Suspeito a monte voltou a ser condenado”.

O nosso Jornal noticiou, em primeira-mão, que, sem haver assistido à leitura da sentença, por se encontrar a monte, José Manuel Trigueiro, 30 anos de idade, foi punido com três anos de cadeia e houve lugar a suspensão da execução da pena.

José Manuel e um irmão, Emanuel, encontram-se sob suspeita de terem espancado um homem, a 01 de Novembro, em Coimbra (zona da Solum), sendo que o Ministério Público (entidade titular da acção penal) nunca esclareceu se foi emitido mandado de detenção.

Pode haver lugar à suspensão da execução de uma pena de prisão se ela não exceder 60 meses, caso o Tribunal entenda que a medida é susceptível de ser encarada pelo(a) arguido(a) como uma advertência capaz de lhe fazer arrepiar caminho.

Embora sem citar o nosso Jornal, a edição de hoje do Correio da Manhã dedica ao assunto quase toda a página 11.

Com a recente punição, ainda sem carácter definitivo, respeitante a um inquérito aberto em 2010 pela PSP, ao indivíduo foram aplicadas cinco condenações a reclusão, com execução suspensa, quatro penas de multa e duas de trabalho a favor da comunidade.

Segundo o JN, antes desta punição, José Manuel acumulou 10 condenações num horizonte de 12 anos, quatro delas também por ofensa à integridade física qualificada; as outras seis foram por extorsão, detenção de arma proibida (duas), desobediência às autoridades e condução em estado de embriaguez (duas).

Da anterior dezena de condenações, a mais severa – pelo crime de extorsão, quatro anos de cadeia – só irá extinguir-se em meados de 2018.

A punição acaba de aplicar ocorreu na sequência de uma decisão de juízes desembargadores, vertida num acórdão a ordenar o aprofundamento da fundamentação de uma sentença proferida por um magistrado judicial de primeira instância.

A defesa (oficiosa) de José Manuel, a cargo do advogado António Vaz de Castro, interpusera recurso acerca de anterior punição alegando insuficiente fundamentação da sentença.

Além de autoria de crimes de ofensa à integridade física qualificada, José Manuel Trigueiro estava acusado de posse de arma proibida.

O arguido tem sido representado por outros dois conhecidos advogados, Rodrigo Santiago e António Manuel Arnaut.

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