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Humberto Oliveira fez balanço de 12 anos como presidente da Câmara de Penacova

17 de Julho 2021 Jornal Campeão: Humberto Oliveira fez balanço de 12 anos como presidente da Câmara de Penacova

Na sessão solene que assinalou, este sábado, o Feriado Municipal de Penacova, o presidente da Câmara, Humberto Oliveira, fez o balanço de três mandatos consecutivos como despedida, dado não se poder recandidatar.

“Dizer que o concelho de Penacova está hoje melhor que há 12 anos é uma evidência”, declarou o autarca socialista, considerando que no município há áreas em que se deu “saltos enormes”, como no desporto, na cultura, na educação, na protecção civil, na floresta, no desenvolvimento empresarial, na reabilitação urbana, no turismo”.

Humberto Oliveira declarou que a situação de pandemia “obrigou a reajustar vários conceitos de vida” e a perceber que “nunca podemos considerar nada por adquirido e que a incerteza será uma das poucas certezas que teremos nas próximas décadas”.

Na cerimónia comemorativa, o presidente da Assembleia Municipal, Pedro Coimbra, que irá ser o candidato do PS à Câmara, destacou todo o trabalho desenvolvido por Humberto Oliveira para que “Penacova esteja melhor” e teceu-lhe elogios neste terminar de um ciclo político.

Também o presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, que está também a terminar o mandato à frente da Câmara de Oliveira do Hospital, disse ser uma “despedida comum” e saudou todos os autarcas, como Humberto Oliveira, que “têm visão, estratégia e concretizam sonhos”, mas também “estão próximos daqueles que recebem 200 a 250 euros de reforma”, considerando que “o papel dos autarcas não se mede apenas pela obra física, mas pelo que fazem pelos que precisam mais de ajuda”.

As comemorações do Feriado Municipal assinalam a data do nascimento da figura mais emblemática da história o concelho, António José de Almeida o sexto presidente da República Portuguesa, cargo que exerceu de 5 de Outubro de 1919 a 5 de Outubro de 1923. Foi o único presidente da Primeira República Portuguesa a cumprir integralmente e sem interrupções o seu mandato de quatro anos, tendo com ele Portugal retornado a uma presidência civil.