Coimbra  17 de Setembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Futura maternidade de Coimbra com localização posta a debate

22 de Outubro 2018

Clara Lourenço, José João Lucas, Gouveia Monteiro e Paulo Saraiva

Sob o lema “Covões com qualidade para a nova maternidade”, o movimento Cidadãos por Coimbra (CpC) leva a cabo um debate, hoje (18h00), no auditório da ESTeSC e da Escola Superior de Enfermagem

CpC anunciou a comparência dos deputados à Assembleia da República José Manuel Pureza (Bloco de Esquerda), João Gouveia (PS) e Fátima Ramos (PSD).

O convite a deputados ao Parlamento prende-se com a entrega no hemiciclo de S. Bento, feita há três meses, de uma petição em prol da escolha de S. Martinho do Bispo para implantação da futura maternidade conimbricense.

A opção pela margem esquerda do rio Mondego para edificação da prometida nova maternidade suscitou a aprovação na Assembleia Municipal de Coimbra de uma moção, a 29 de Junho [de 2018], cujo teor mereceu a concordância das bancadas do PS, CDU e CpC e de um representante do MPT.

Embora o presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, seja apologista do polo dos Covões do CHUC, o timoneiro do Centro Hospitalar Universitário, Fernando Regateiro, tem apontado a futura maternidade ao polo do Celas (instalações do actual hospital novo e dos antigos HUC).

“A construção da nova maternidade deve ser programada segundo critérios de desenvolvimento harmonioso da cidade e da região, constituindo uma oportunidade de ouro para a reposição no Hospital dos Covões das especialidades, valências e meios indispensáveis, mas, também, para a melhoria dos acessos da rede viária principal à margem esquerda do Mondego”, alega Jorge Gouveia Monteiro, coordenador de CpC.

Autarcas de Cidadãos por Coimbra assinalam que a recente tempestade tropical consistiu numa espécie de «lição» ao alertar para a desvantagem de concentrar no mesmo local várias valências da prestação de cuidados médicos.

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