Coimbra  12 de Maio de 2021 | Director: Lino Vinhal

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Fundação ADFP já apoiou o nascimento de 36 crianças com mais de 19 000 euros

21 de Abril 2021 Jornal Campeão: Fundação ADFP já apoiou o nascimento de 36 crianças com mais de 19 000 euros

A Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) continua a incentivar colaboradores a terem filhos com a atribuição de prémios de natalidade.

Este prémio, para além do valor monetário, é uma manifestação de carinho e estímulo às mulheres trabalhadoras.

As colaboradoras da Fundação sabem que a entidade empregadora não só não as pune por ficarem grávidas como ainda lhes concedem um prémio significativo.

A Dra. Ana Rita Dias, responsável pelo Gabinete de Inserção Profissional Inclusivo, irá receber aquele que será o 36º prémio de natalidade atribuído pela Fundação ADFP, correspondente ao nascimento do seu terceiro filho.

Estes prémios de natalidade são atribuídos aos funcionários que sejam pais, servindo também como medida de incentivo ao comércio local de Miranda do Corvo, sendo que os pais devem apresentar comprovativos de compras destinadas aos filhos realizadas no comércio local.

Os prémios de natalidade, implementados na Fundação ADFP desde 2011, já atribuíram um valor total de 19 000 euros com esta 36.ª criança.

Foram ainda implementadas medidas, que vigoram desde 2015, de apoio aos colaboradores, mães e pais: o direito de optarem por horário parcial, part-time, para apoio à família, desde que tenham filhos menores até 16 anos, e no caso de filhos com deficiência grave este direito pode ser prolongado até à maioridade.

A Fundação ADFP é uma das instituições que mais emprego tem criado na Comunidade Intermunicipal de Coimbra (CIM), sendo aquela que mais investe na integração de pessoas com deficiência e doença mental.

A Fundação espera com a abertura do Hospital Compaixão, que continua fechado por falta de apoio do Governo, ultrapassar os 600 trabalhadores.

Esta entidade salienta que “o Hospital de Miranda é o único propriedade de uma IPSS em todo o país que não tem acordos de cooperação ou contratos para realização de cirurgias, exames complementares de diagnóstico ou cuidados continuados”.