Coimbra  17 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Filarmónica Lira Barcoucense assinala hoje 100 anos

10 de Agosto 2019

A Associação Filarmónica Lyra Barcoucense faz hoje 100 anos e a efeméride é comemorada em Barcouço (Mealhada) com a presença das Bandas de Ceira (Coimbra) e de Santana (Figueira da Foz).

Para assinalar a data, que coincide com a da fundação, o programa delineado prevê um lanche ajantarado, pelas 18h30, a inauguração do Coreto de Barcouço, pelas 20h00, um desfile das Filarmónicas, pelas 20h15, a execução individual dos hinos de cada Filarmónica em frente à sede da Lyra Barcoucense, pelas 20h30, e o início dos concertos às 21h00.

Tendo como principal missão a dinamização da vida cultural da comunidade ao nível da música, a história fértil da Associação Filarmónica Lyra Barcoucense 10 de Agosto atinge, hoje, cem anos, cujo desenvolvimento e principais acções assentam em quatro pilares fundamentais: Escola de Música, Filarmónica, Banda Juvenil e Orquestra Sacra, além de outros eventos lúdicos e personalizados que decorrem ao longo do ano.

“O centenário de uma qualquer pessoa, organização, instituição ou algo similar, constitui sempre um marco histórico que retrata as múltiplas vivências ocorridas durante essas décadas, servindo essa efeméride para trazer à memória as boas e menos boas situações que ocorreram durante esse período”, assinala Francisco M. Relva Pereira, maestro da Banda de Santana, que se associa às comemorações.

Para este maestro, “o impacto administrativo, social, cultural e familiar, trará à memória as diversas gerações de destemidos homens e mulheres que durante os anos transactos conseguiram erguer e sustentar esta colectividade até aos nossos dias”.

“A valorização humana dos barcoucenses deve ser enaltecida e reconhecida pela comunidade em geral, fazendo com que essa cronologia não se esfume no tempo nem no espaço, criando também um clima misto de orgulho e alegria, a todos os que com o seu esforço e dedicação contribuíram para que hoje se possa comemorar este seu 1º centenário”, refere o maestro Francisco M. Relva Pereira.

 

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