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Figueira da Foz: Santana Lopes exige resolução do problema dos Bombeiros Sapadores

10 de Julho 2023 Jornal Campeão: Figueira da Foz: Santana Lopes exige resolução do problema dos Bombeiros Sapadores

O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, exigiu que seja resolvido o “problema criado com o estatuto” dos Bombeiros Sapadores municipais relativo ao pagamento de horas extraordinárias.

“Fazemos um apelo público, ainda mais nesta altura do ano em que é imprescindível o trabalho destes profissionais, para sair imediatamente a solução equitativa para este golpe que foi dado na situação pessoal, profissional e familiar dos bombeiros sapadores”, referiu o autarca, em comunicado divulgado esta segunda-feira.

Pedro Santana Lopes explicou que “a situação nasceu de um parecer das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, juntamente com a Inspecção-Geral de Finanças e com a Direcção-Geral das Autarquias Locais, que consideraram não poderem ser pagas horas extraordinárias a esses elementos”.

Segundo o autarca, esta decisão, que é vinculativa, “representou uma diminuição de rendimento, em média, para cada um dos elementos, de cerca de 150 a 200 euros”.

“Desde essa altura, e já lá vai mais de meio ano, o Governo comprometeu-se a encontrar a dita solução. Primeiro, o interlocutor foi o Ministério da Administração Interna, através da secretária de Estado da Protecção Civil, depois passou para o secretário de Estado da Administração Local, Carlos Miguel”, recordou.

Santana Lopes contou que, numa sessão realizada em Abril, na Figueira da Foz, Carlos Miguel comprometeu-se “a rapidamente enviar o processo para a Associação Nacional de Municípios para parecer final”.

No entanto, acrescentou, “desde aí, o processo tem andado de Herodes para Pilatos e as pessoas naturalmente desesperam”.

“A última informação que tivemos foi que se encontraria novamente do lado da secretaria de Estado da Protecção Civil, foi que estava em vias de conclusão, para ser remetido para o secretário de Estado Carlos Miguel e depois para o Ministério das Finanças e ainda para Associação Nacional de Municípios Portugueses. É absolutamente incompreensível”, considerou.