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Figueira da Foz: Câmara teve a melhor execução orçamental de sempre

20 de Abril 2018

A Câmara da Figueira da Foz registou, em 2017, a melhor taxa de execução orçamental de sempre, anunciou hoje a autarquia, destacando igualmente ter alcançado o “mais elevado nível de investimento desde 2011”.

Numa nota de Imprensa, na sequência da aprovação do relatório e contas de 2017 na quinta-feira, o presidente do Município, João Ataíde (PS), sublinha “o cumprimento das prioridades expressas no Orçamento e nas Grandes Opções do Plano”.

“A execução orçamental reflecte o cumprimento dos objectivos estabelecidos no Orçamento e que estão em consonância com o Plano de Saneamento Financeiro, e salienta-se aqui o elevado nível de cobrança das Receitas Totais (96,98 por cento), o maior de sempre”, afirma João Ataíde, realçando, igualmente, “o elevado nível de cobrança das receitas correntes (111,11 por cento), que reflecte a dinâmica do tecido empresarial local e da atractividade do concelho”.

O autarca aponta ainda a redução da dívida de médio e longo prazos, menos quase 5,2 milhões de euros, fixando-se a 31 de Dezembro de 2017 em 18,8 milhões de euros, e a “estabilização da dívida a fornecedores em valores historicamente baixos”, embora registando um ligeiro crescimento, ao passar de 1,2 milhões de euros para 1,5 milhões de euros. Já o prazo médio de pagamento é agora de 11 dias.

oão Ataíde refere, por outro lado, “o elevado nível de execução da despesa total, que foi de 76,6 por cento em termos de pagamento e de 92,18 por cento em termos de compromissos, o elevado nível de execução da despesa corrente, que foi de 88,82 por cento em termos de pagamento e de 97,60 por cento em termos de compromissos”, acrescentando que “a execução em termos de compromissos foi de 85,48 por cento, a mais alta dos últimos anos”.

Já o volume de investimento, na ordem dos 9,1 milhões de euros, foi “o mais alto dos últimos anos”, informa o presidente da Câmara da Figueira da Foz, explicando que “os compromissos assumidos em investimento totalizaram” 14,7 milhões de euros. O saldo de gerência atingiu os 11 milhões de euros.

Quanto à dívida total do Município, esta situou-se “em 26,8 milhões de euros, para um limite legal de 52,2 milhões de euros”, refere João Ataíde.

Segundo o autarca, 2017 foi também um ano marcado por “um impulso significativo no âmbito das intervenções previstas” no PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, com a conclusão de duas das intervenções previstas e a adjudicação “das maiores intervenções que integram o PEDU”, exemplificando, entre outras, com a qualificação da frente marítima de Buarcos e a requalificação urbana do Cabedelo e do Núcleo Antigo da Figueira da Foz.

João Ataíde destacou, ainda, o “forte investimento na beneficiação da rede viária municipal” com “intervenções no valor global de 2,1 milhões de euros, sendo 525 000 euros na zona urbana e 1,6 milhões na zona rural”.

Os documentos foram aprovados pela maioria socialista e tiveram os votos contra dos vereadores do PSD.

 

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