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FDUC assinala 150 anos do Código Civil português na Índia

25 de Outubro 2019

António José Chrystêllo Tavares, cônsul-geral de Portugal em Goa, vai marcar presença, hoje (25), pelas 15h30, na Capela do Colégio da Trindade, da Universidade de Coimbra (UC), onde será palestrante numa sessão com o tema “Goa: Cais e Memória”.

A conferência realiza-se no âmbito das comemorações dos 150 anos da aplicação do Código Civil do Visconde de Seabra nos territórios de Goa, Damão e Diu.

O evento conta, ainda, com Amílcar Falcão, reitor da Universidade de Coimbra, e Rui de Figueiredo Marcos, director da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, na sessão de abertura.

Já no encerramento, pelas 17h00, o público poderá ouvir João Nuno Calvão da Silva, vice-reitor da Universidade de Coimbra para as Relações Internacionais.

A conferência, de entrada livre, é dirigida a toda a comunidade com interesse no tema.

Ainda com o mesmo propósito, de assinalar os 150 anos de vigência ininterrupta do Código Civil português nos territórios de Goa, Damão e Diu, a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC) assinou um protocolo com a Secretaria Geral do Ministério da Justiça, que tem como finalidade a organização de uma exposição documental e iconográfica alusiva a estes 150 anos e que se prevê que seja inaugurada em Coimbra no dia 18 de Novembro, com a presença de Nandini Singla, embaixadora da Índia em Portugal.

Estas iniciativas, conforme explica João Nuno Calvão da Silva, pretendem “projectar a Universidade de Coimbra para essa potência emergente que é a Índia, e que é um mercado que é necessário explorar”.

“Aproveitando esta vigência do Código Civil de Seabra em Goa, Damão e Diu, pela influência da língua, da cultura e tradições portuguesas nesses territórios, pretendemos aproveitar para abrir um mercado indiano que tem de ser uma prioridade estratégica na Universidade de Coimbra”, adianta o vice-reitor da UC para as Relações Internacionais.

Quanto à conferência, João Calvão da Silva refere que, apesar de não ser possível antecipar o conteúdo da intervenção do cônsul-geral de Portugal em Goa, presume que “será no fundo uma lição sobre cultura, língua e direito”.

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