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“Docas” de Coimbra: “Parte emblemática” mais aprazível no Outono

27 de Abril 2018

Manuel Machado e o arquitecto Camilo Cortesão

 

A reabertura das “Docas” de Coimbra, dentro de meio ano, vai tornar mais aprazível uma “parte emblemática” do território da cidade, disse, hoje, o presidente da Câmara Municipal.

Manuel Machado usava da palavra ao prestar declarações aos jornalistas por ocasião da consignação da empreitada adjudicada à empresa Garfive pela autarquia.

A empreitada, cujo montante ascende a 825 000 euros (IVA incluído), visa a ampliação e a requalificação do espaço do Parque Verde do Mondego destinado à indústria hoteleira.

Depois das cheias de 2016, o arquitecto Camilo Cortesão foi instado a apresentar novo conceito para as “Docas”, assinalou o líder do Município conimbricense, reiterando que a gerência do restaurante Itália vai ser convidada a deslocalizá-lo para a zona compreendida entre o parque de Manuel Braga e a ponte pedonal de Pedro e Inês.

Manuel Machado afirmou estar esperançado de, em breve, poder anunciar uma solução tida como satisfatória para os problemas do empreendimento imobiliário Jardins do Mondego (situado a Nascente do Parque Verde).

Os principais espaços de restauração das “Docas” vão beneficiar de requalificação e ampliação, assentes na construção de quatro novos módulos na cobertura, e a empreitada também contempla a instalação de esplanadas.

Segundo a Assessoria de Imprensa da Câmara, trata-se de uma solução que irá beneficiar os concessionários, na medida em que desfrutarão de mais espaço. Está prevista uma nova configuração de 4+1 estabelecimentos, ao invés da anterior que funcionava em 3+1 (três bares/restaurantes e uma gelataria).

Haverá lugar a construção de quatro módulos idênticos no piso superior, um por cada um dos quatro espaços concessionáveis de maior dimensão, adossados à traseira do edifício e ocupando parte do terraço existente.

Os quatro volumes a construir vão possuir escadas de ligação entre os pisos, com um novo acesso de público ao piso térreo, onde cada uma das quatro concessões passará a usufruir de instalações sanitárias.

As cozinhas serão implantadas no piso superior, mantendo uma simples copa de apoio, arrecadação e compartimento de lixos no piso térreo. As casas de banho públicas existentes vão ser recuperadas.

Cada módulo do piso superior compreende uma nova área envidraçada.

 

 

Arquitecta docas

Ana Pimentel, chefe de divisão da CMC

 

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