Coimbra  17 de Julho de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Crime de Montes Claros: Advogado diz que PJ sabe quem matou octogenária

4 de Fevereiro 2019

O advogado Rui da Silva Leal afirmou, hoje, no Tribunal de Coimbra, que a PJ sabe quem matou, em Novembro de 2012, a vítima do crime de Montes Claros, assassinada com mais de uma dúzia de tiros.

Segundo o jurista, o inspector da Polícia Judiciária José Cardoso, titular do inquérito à morte de Filomena Gonçalves, “descobriu tardiamente” o(a) homicida.

Rui Leal quis significar que a “tardia descoberta” da autoria do crime ocorreu depois de os autos do inquérito apontarem para a incriminação da inspectora Ana Saltão, entretanto absolvida da acusação de ter matado Filomena Gonçalves.

O jurista fez as afirmações ao proferir alegações em defesa de Carlos Coelho, neto de Filomena Gonçalves e ex-marido de Ana Saltão, acusado pelo Ministério Público de falsidade de testemunho no âmbito da audiência de julgamento da inspectora.

A advogada Mónica Quintela, mulher de Rui da Silva Leal, tem lamentado que “nunca haja sido seguida outra linha de investigação” para descoberta da autoria do crime de Montes Claros.

Em Maio de 2017, no começo da repetição do julgamento de Ana Saltão, consecutivamente absolvida por tribunal de júri, Mónica Quintela afirmou que a audiência não podia servir para “salvar a pele” da investigação.

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