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Covid-19: vacina já foi administrada a 4 828 profissionais de saúde em Portugal

28 de Dezembro 2020 Jornal Campeão: Covid-19: vacina já foi administrada a 4 828 profissionais de saúde em Portugal

A vacina contra a covid-19 já foi administrada a 4 828 profissionais de saúde, avançou, esta segunda-feira (28), Marta Temido, ministra da Saúde, numa visita ao Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

“Números de ontem, ao final do dia, do sistema Vacinas indicavam que já 4 828 doses tinham sido administradas a profissionais nestes centros hospitalares: Centro Hospitalar e Universitário de São João; Centro Hospitalar e Universitário do Porto; Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra; Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Central e Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Central; e Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Norte”, afirmou a ministra.

Segundo Marta Temido, que já passou também pelo Hospital Curry Cabral para acompanhar uma acção de vacinação, a segunda entrega de doses da vacina da Pfizer-BioNTech vai permitir estender o processo de vacinação para “outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) – com excepção de alguns hospitais especializados que não receberam doentes covid e que não têm nesta fase critérios de elegibilidade – e também para os agrupamentos de centros de saúde”.

“Estamos em crer conseguir fazer o processo até ao final do dia de amanhã [terça-feira, 29] da vacinação dos profissionais elegíveis para este primeiro momento”, frisou, garantindo que não haverá uma exclusão do sector privado: “os profissionais de saúde estão abrangidos independentemente da sua entidade empregadora e a opção de começar a fazer a vacinação no SNS prende-se com o seu carácter central no sistema de saúde português. Iremos num outro momento fazer a colecta da informação de profissionais elegíveis noutros sectores e o encaminhamento das doses”.

Questionada sobre o registo de reacções adversas à administração das vacinas nestes primeiros dias, Marta Temido indicou que foram notificadas “poucas reacções” e somente “ligeiras”, notando que “as reacções são sempre monitorizadas, registadas e comunicadas” e que a toma de qualquer medicamento “não é isenta de risco”, independentemente de se tratar ou não da vacina contra a covid-19.