Coimbra  24 de Julho de 2021 | Director: Lino Vinhal

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Convento São Francisco em Coimbra recebeu 335 000 pessoas em cinco anos

9 de Abril 2021 Jornal Campeão: Convento São Francisco em Coimbra recebeu 335 000 pessoas em cinco anos

O Convento São Francisco, que foi aberto em 2016, acolheu nos seus primeiros cinco anos de existência cerca de 205 000 espectadores e mais de 130 000 congressistas, afirmou esta quinta-feira (08) o presidente da Câmara de Coimbra.

O espaço cultural e centro de congressos de Coimbra permitiu “novos espectáculos de grande envergadura”, “a integração da cidade em novos circuitos culturais”, a ampliação de “eventos que já existiam na cidade” e a possibilidade de surgirem “novos projectos e artistas”, salientou Manuel Machado, que falava na cerimónia de inauguração de uma exposição de fotografia que percorre os cinco anos de vida do Convento São Francisco.

“Pelo que já afirmei, é justo dizer que o Convento reafirmou Coimbra como uma cidade culturalmente activa, cosmopolita, moderna, atractiva e com um espaço físico capaz de acolher todos os que querem mostrar a sua arte, promover os seus negócios, reflectir sobre as mais variadas matérias científicas ou técnicas”, disse.

Em declarações aos jornalistas, Manuel Machado vincou que, assim que seja “vencida a pandemia”, o Convento São Francisco “vai retomar toda a dinâmica que tinha antes de 11 de Março [de 2020] e com redobrada força”.

O presidente do Município considerou que, ao fim de cinco anos de funcionamento, tornou-se evidente de que, “contrariamente ao espírito que alguns tinham”, o Convento não se transformou num “eucalipto”, que secasse “todos os espaços culturais nas redondezas”.

Questionado sobre o modelo de gestão para aquele espaço cultural, Manuel Machado frisou que “nenhuma solução está afastada”.

Porém, referiu, a gestão directa por parte da Câmara Municipal, com a criação de uma unidade orgânica específica para o Convento São Francisco, “tem dado bons resultados, no número de congressos e congressistas, no número de eventos culturais e sociais”.

“Vamos continuar neste modelo”, asseverou, notando, no entanto, que um modelo de gestão directa “dá mais trabalho a todos, incluindo ao presidente da Câmara”.