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Coimbra: Sondagem da SIC e do Expresso dá vantagem a Machado

15 de Setembro 2017

A duas semanas das eleições autárquicas, um estudo de opinião da Eurosondagem diz que Manuel
Machado (PS) é o candidato mais bem posicionado para conquistar a presidência da Câmara de
Coimbra.
Prestes a concluir quarto mandato, o economista desfruta de 33,10 por cento das intenções de voto,
a avaliar pela projecção feita pela empresa Eurosondagem, contra 26,70 por cento de Jaime Ramos
(“Mais Coimbra”).
Segundo o estudo de opinião, encomendado pelo Expresso e pela SIC, a repartição dos 11 assentos
da vereação do Município de Coimbra confere quatro ao PS, três a “Mais Coimbra” (PSD – CDS/PP
– PPM – MPT), dois ao movimento “Somos Coimbra”, um ao movimento Cidadãos por Coimbra
(CpC) e um à CDU.
A sondagem atribui 15,20 por cento das intenções de voto ao movimento liderado pelo anterior
bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, nove por cento a CpC (cuja lista é
encabeçada por Jorge Gouveia Monteiro) e 8,30 por cento à CDU (Francisco Queirós).
De acordo com a ficha técnica do estudo de opinião, foram efectuadas 833 tentativas de entrevistas,
sendo que 13,90 por cento das pessoas abordadas não aceitaram expressar o respectivo sentido de
voto.
Com um universo de 717 entrevistas validadas, são 19,10 por cento (quase um em cada cinco) os
potenciais eleitores que indicaram não saber em quem vão votar ou optaram por não responder.
O erro máximo da amostra é de 3,65 por cento, para um grau de probabilidade de 95 por cento.
Um exemplar da sondagem está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
O estudo de opinião foi realizado através de entrevistas telefónicas. A escolha do lar foi aleatória
nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, corresponde ao elemento que fez
anos há menos tempo.
Mediante uma comparação eminentemente linear com os resultados de 2013, verifica-se que o
Partido Socialista perde um mandato e a coligação de Centro-Direita outro (apesar de, em 2017,
“Mais Coimbra” englobar o CDS/PP, partido que, há quatro anos, concorreu autonomamente).

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