Coimbra  15 de Setembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: “República” dos Pyn-Güyns com interesse reconhecido

2 de Julho 2018

O reconhecimento da “real república” dos Pyn-Güyns como entidade de interesse histórico e cultural foi aprovado, hoje, pela Câmara Municipal de Coimbra.

A unânime aprovação da vereação dá lugar à abertura de um período de consulta pública, que precede a elaboração de um relatório.

A CMC atribuiu, anteriormente, a mesma classificação às «repúblicas» dos Fantasmas, Rápo-Táxo, Farol das Ilhas, Prá-Kys-Tão e dos Inkas.

A 05 de Março [de 2018], a principal autarquia conimbricense desencadeou um procedimento destinado a agilizar candidaturas das “repúblicas” de estudantes a reconhecimento como entidade de interesse histórico e cultural ou social.

A venda dos imóveis vai continuar a ser possível, mas as «repúblicas» ficam sob um «chapéu» proporcionado por um regime excepcional no arrendamento urbano na medida em que os senhorios não podem opor-se à renovação dos contratos no horizonte de cinco anos.

Segundo a Assessoria de Imprensa da CMC, trata-se de uma «república» possuidora de “forte impacto na História local, pois a sua sala de jantar serviu para muitas reuniões durante a ‘Crise académica’ de 1969”.

O timoneiro da Associação Académica de Coimbra era, na altura, Alberto Martins e muitos dos alunos universitários com participação activa no movimento estudantil eram igualmente «repúblicos» ‘Pyn- Güyns’ como, por exemplo, Décio Sousa, Januário Pinheiro, José Bandeira, Baltazar Ribeiro, Rui Namorado, José Cândido Rodrigues, Rui Jorge, Augusto de Vasconcelos e Jorge Ventura.

 

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