Coimbra  12 de Dezembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: PSD questiona atraso na fusão das duas maternidades

20 de Abril 2018

O PSD questionou, hoje, o atraso na fusão das duas maternidades de Coimbra, após ter sido anunciado que a nova unidade será instalada no perímetro dos Hospitais da Universidade (HUC).

“Espero que o tempo perdido seja recuperado”, disse aos jornalistas o presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Coimbra, Nuno Freitas.

Poucos antes, no final da conferência de Imprensa, o ministro da Saúde reafirmou que as maternidades Bissaya Barreto e Daniel de Matos serão concentradas num equipamento único, no campus dos HUC, no âmbito de um projecto que custará mais de 16 milhões de euros.

Depois de lançado o concurso público do projecto, para obras que não clarificou serem ou não de raiz, a instalação da nova maternidade deverá concretizar-se “o mais rapidamente possível”, disse.

Para o médico Nuno Freitas, as afirmações do ministro da Saúde “são bem intencionadas, mas não resolvem os problemas de saúde das grávidas” de Coimbra e da região Centro.

“Em Coimbra, faz-se muito isso: anunciam-se os investimentos, mas não se concretizam”, lamentou, defendendo que importa “manter a pressão política da sociedade” para que a fusão das maternidades se verifique.

Como “nem sequer há projecto”, Nuno Freitas prevê que o futuro equipamento já “não será inaugurado” pelo actual ministro da Saúde, nem pelo actual presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que integra os HUC, Fernando Regateiro.

“Vamos ver se em 2022 teremos maternidade em Coimbra”, questionou.

 

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