Coimbra  22 de Julho de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: PSD quer saber onde é implantada nova maternidade

2 de Março 2018

Deputados do PSD ao Parlamento acabam de perguntar ao Governo “qual será a exacta localização” do edifício da anunciada nova maternidade de Coimbra, soube o “Campeão”.

Embora a opção pela implantação possa recair no polo de Celas do Centro Hospitalar Universitário (CHUC), o líder do Município conimbricense, Manuel Machado (PS), tem preconizado para o efeito a zona adjacente ao Hospital dos Covões.

As duas actuais maternidades da cidade (de Daniel de Matos e de Bissaya Barreto) estão agregadas desde a criação do CHUC, ocorrida em 2011 no contexto da fusão, por exemplo, dos HUC e do outrora Centro Hospitalar de Coimbra (CHC).

A parlamentar social-democrata Fátima Ramos disse ao “Campeão” que cada uma delas realiza anualmente cerca de 2 500 partos e proporciona perto de 20 000 consultas.

“Inesperadamente, e numa atitude que mais parecia ter como objectivo o protelamento do assunto, foi publicado, há um ano, o despacho nº. 1 897 – A / 2017, assinado pelo então secretário de Estado Manuel Delgado”, assinalam deputados do PSD.

Tal despacho previa a constituição de um Grupo de Trabalho, com o objectivo de estudar a implantação de uma maternidade em Coimbra, integrada no CHUC, para substituição das de Daniel de Matos e de Bissaya Barreto.

De acordo com o nº. 03 do citado despacho, indicam aqueles deputados, o estudo a realizar devia, entre outros aspectos, contemplar a identificação de locais possíveis para acolher a unidade. O quarto ponto do mesmo diploma previa que o sobredito Grupo de Trabalho apresentasse, até 15 de Abril de 2017, um relatório capaz de habilitar à tomada de uma decisão política sobre o assunto.

Fátima Ramos e os demais deputados do PSD à Assembleia da República eleitos pelo círculo conimbricense, entre outros parlamentares, acabam de perguntar ao Ministério da Saúde se o referido relatório já foi entregue.

A “calendarização prevista para a implementação do projecto, desde a fase inicial até à conclusão da obra”, as fontes de financiamento e o montante de investimento que, em 2018, o Governo prevê concretizar nas maternidades de Coimbra são outros aspectos a suscitar questões dirigidas ao Ministério da Saúde.

 

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