Coimbra  18 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra / orçamento participativo: Votação até sábado

28 de Junho 2018

Termina a 30 de Junho o período de votação dos projectos da primeira edição do orçamento participativo de Coimbra, dotado de 150 000 euros para dinamização do centro histórico.

Pode votar (https://coimbraparticipa.cm-coimbra.pt/projetos) qualquer cidadão nacional e quem sentir dificuldade de acesso a meios digitais deve dirigir-se a um de três locais: divisão camarária de Atendimento e Apoio aos Órgãos Municipais (praça de 08 de Maio), Biblioteca Municipal ou Loja do Cidadão (espaço da CMC).

Além do “Coimbra participa”, para cidadãos com idade igual ou superior a três décadas, o orçamento participativo tem uma versão para pessoas mais jovens, entre os 14 e os 30 anos (https://coimbrajovemparticipa.cm-coimbra.pt/projetos).

Na apresentação da iniciativa, o líder da Câmara conimbricense, Manuel Machado, salientou que ela se insere numa estratégia “de promover e contribuir para o exercício de uma participação informada, activa e responsável dos cidadãos nos processos de governação local”.

A Câmara pretende garantir a intervenção das pessoas que residem, trabalham ou estudam em Coimbra “na decisão de afectação dos recursos existentes às políticas públicas municipais”, disse o autarca e economista.

O alcance da primeira edição do orçamento participativo do Município sabe a pouco a dois movimentos cívicos (“Somos Coimbra” e CpC – Cidadãos por Coimbra).

Os dois vereadores de “Somos Coimbra” votaram desfavoravelmente a proposta, cujo montante é bastante inferior ao preconizado por José Manuel Silva e Ana Bastos, a CDU absteve-se e o movimento CpC, sem assento na Câmara, comparou a arremedo a proposta de orçamento participativo do Município.

A bancada do PSD também considera baixo o montante e discorda da divisão jovens/adultos, mas fez votos para que a inovação se fortaleça.

Num Município cuja Câmara é conduzida “de forma hipercentralizada, onde as cidadãs e cidadãos se foram crescentemente desinteressando das reuniões e decisões dos órgãos autárquicos, a recuperação da confiança das pessoas na participação exige processos sólidos e críveis”, alegou CpC.

 

 

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