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Coimbra: Margem direita do Mondego asseada a partir de 2020

26 de Outubro 2018

A margem direita do rio Mondego, a jusante da ponte de Santa Clara, irá estar asseada a partir da Primavera de 2020, mediante investimento de 7,10 milhões de euros, cabendo à Câmara de Coimbra pagar 1,07 milhões.

A autarquia faz face a 15 por cento dos encargos, correspondendo a cerca de seis milhões de euros o montante de co-financiamento da União Europeia através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR).

A empreitada consiste na estabilização de muros e requalificação de espaço público.

O líder do Município conimbricense, Manuel Machado, que interveio na consignação da empreitada, aludiu a “nova vida” para a zona ribeirinha adjacente à rua de Aeminium (Estação Nova – Choupal) e paralela a parte da avenida de Emídio Navarro.

A adjudicação em que é interveniente um consórcio de empresas tardou devido a um processo de providência cautelar, cujo desfecho judicial foi favorável à sociedade anónima Opway. A obra aguardava oportunidade para poder avançar devido a entrega em Tribunal de um pedido de providência cautelar, porquanto uma das empresas opositoras ao concurso contestou a primeira classificada alegando que ela não possuía alvará para derrube de árvores.

À consignação da intervenção entre a ponte de Santa Clara e o açude-ponte assistiram o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, o secretário de Estado Carlos Martins e o vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado.

Segundo Manuel Machado, as várias empreitadas outorgadas pela Câmara Municipal de Coimbra (CMC) para fomentar a relação da cidade com a zona ribeirinha e potenciar a valorização do Mondego representam um investimento global superior a 20 milhões de euros.

Em Abril [de 2018], ao intervir na consignação da obra tendente à reabertura das “Docas” (Parque Verde), cuja conclusão sofreu atraso, o autarca regozijou-se por ir ficar mais aprazível uma “parte emblemática” do território da cidade.

A sobredita empreitada, cujo montante ascende a 825 000 euros (IVA incluído), visa a ampliação e a requalificação do espaço do Parque Verde do Mondego destinado à indústria hoteleira.

Os principais espaços de restauração das “Docas” vão beneficiar de requalificação e ampliação, assentes na construção de quatro novos módulos na cobertura, e os trabalhos também contemplam a instalação de esplanadas.

Além do desassoreamento do rio, há outras empreitadas, a cargo da APA, agindo em articulação com a CMC, para protecção e valorização ambiental de superfícies adjacentes ao “Basófias”.

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