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Coimbra: IPO recebe 11 novos especialistas e o CHUC 47

27 de Julho 2018

O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra tem 11 vagas para médicos especialistas, enquanto o Centro Hospitalar Universitário (CUC) possui 47, de acordo com o anunciado, hoje, pelas duas entidades.

O IPO de Coimbra diz que as especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Maxilofacial, Cirurgia Torácica, Imuno-hemoterapia, Patologia Clínica, Psiquiatria e Radiologia recebem cada uma um médico, enquanto Anestesiologia e Cardiologia recebem dois cada.

Já hoje, tinha sido anunciado que o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, o segundo hospital com o maior número de vagas para novos médicos atribuídas de acordo com os despachos de quinta-feira, vai ser reforçado em 29 especialidades médicas e cirúrgicas.

O CHUC realça que, das 47 vagas atribuídas, seis destinam-se à Medicina Interna, enquanto que Pediatria e Nefrologia receberão três médicos cada, enquanto as especialidades de Radiologia, Ortopedia, Oncologia Médica, Neurologia, Ginecologia/Obstetrícia, Gastrenterologia, Cirurgia Geral, Cardiologia e Anestesiologia recebem dois médicos cada.

As restantes 17 vagas são atribuídas às especialidades de Cardiologia Pediátrica, Cirurgia Plástica e Reconstructiva, Dermatologia, Estomatologia, Genética Médica, Hematologia Clínica, Imuno-hemoterapia, Medicina do Trabalho, Medicina Nuclear, Neurocirurgia, Neuro-radiologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Psiquiatria, Psiquiatria da Infância e Adolescência e Urologia.

A região Centro recebe, de um total de 264 novos médicos, 200 para a área hospitalar, 62 em Medicina Geral e Familiar e dois na área da saúde pública, anunciou, quinta-feira, a Administração Regional de Saúde do Centro.

A ARSC informou que “com a contratação destes novos profissionais, conjugada com a atribuição de incentivos à fixação em zonas carenciadas, será reforçada, de forma substancial, a resposta ao nível dos cuidados hospitalares e cuidados de saúde primários na região Centro.

A distribuição de vagas teve “como base um conjunto de critérios que consideram as necessidades de cada instituição do SNS [Serviço Nacional de Saúde], com especial enfoque, a nível da região Centro, nas unidades de saúde do Interior”, explicou a ARSC.

 

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