Coimbra  17 de Setembro de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: Desmazelo arreliador

4 de Outubro 2018

Além da imundície de que Coimbra é palco, há outros sinais de arreliador desmazelo.
Literalmente falando, há, por exemplo, sinais sem cumprirem a função que lhes foi associada quando foram erguidos junto ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e na estrada de ligação do bairro do Ingote ao Monte Formoso.
O simbolismo inerente a estes sinais caídos (vide fotos) remete para a dimensão de desleixo imputável à Câmara Municipal de Coimbra (CMC). Isto sem embargo de o sinal adjacente ao edifício do INEM, enquanto estiver por terra, permitir a circulação automóvel num sentido em que deveria estar interdita.
Num balanço do primeiro ano de mandato da actual vereação da CMC, o ex-autarca socialista João Silva diz, no DC, que era expectável um desempenho mais entusiasmante.
“Penso, sem errar, que, hoje em dia, o que a generalidade dos conimbricenses mais desejaria” consiste numa “cidade limpa, com os seus jardins e espaços públicos cuidados”, opina o antigo vereador. João Silva alude, ainda, a “mais e inovadores parques infantis, a espaços (…) espalhados pelo Município destinados aos idosos e a uma oferta cultural intensa (devidamente divulgada)”.
Para o ex-autarca do PS, avulta “a sensação de que Coimbra perde, a cada dia, fulgor e importância na comparação com outras cidades e vilas, em que há visível carinho e atenção pelo pormenor e pela melhoria da qualidade de vida”.
Em suma, a cidade, no tocante a asseio urbano, vai de mal a pior.

 

Sinais 2

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