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Coimbra: Câmara celebrou 34 contratos com desempregados

22 de Fevereiro 2017 Jornal Campeão: Coimbra: Câmara celebrou 34 contratos com desempregados

O presidente da Câmara de Coimbra , Manuel Machado, assinou, na sala de sessões do Município, 34 contratos de trabalho socialmente necessário, segundo anunciou, hoje, a autarquia.

Estes contratos inserem-se no âmbito da medida “Contrato Emprego-Inserção“ (CEI) promovida pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), permitindo às pessoas manterem contacto com o mercado de trabalho.

Os 34 desempregados inscritos no IEFP assinaram contrato ao final da tarde de ontem e vão colaborar nos seguintes departamentos da CMC: Desenvolvimento Social e Ambiente (Divisão de Espaços Verdes e Jardins, Divisão de Educação e Ação Social e Divisão de Ambiente); Cultura, Turismo e Desporto; Planeamento e Gestão Urbanística (Divisão de Reabilitação Urbana); Divisão de Obras Municipais (Divisão de Cadastros, Solos, Património Imobiliário e Informação Geográfica) e Gabinete de Apoio ao Investidor (Mercado Municipal D. Pedro V).

Este é um dia importante da vossa vida. Esta é uma oportunidade de fazerem uma caminhada e espero que se sintam realizados nesta missão e que tenham gosto em trabalhar na CMC”, referiu Manuel Machado.

Os novos colaboradores beneficiam de subsídio de desemprego, ou subsídio social de desemprego do IEFP, que são condições exigidas pela medida CEI. Igualmente, passam a usufruir de uma bolsa complementar de 84,26 euros por mês, de subsídio de alimentação por cada dia de actividade, das despesas de transporte entre a residência habitual e o local de trabalho (caso a CMC não assegure o transporte), de seguro que cubra riscos que possam acontecer durante e por causa do exercício de funções e de quatro dias por mês para se dedicarem à procura de emprego.

Segundo o IEFP, o CEI é “uma medida que consiste na realização de trabalho socialmente necessário, isto é, a realização de actividades que satisfaçam necessidades sociais ou colectivas temporárias por desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional”.

As actividades a desenvolver devem ser relevantes para a satisfação de necessidades sociais ou colectivas e não devem visar a ocupação de postos de trabalho.

Esta medida, que tem a duração máxima de um ano, visa, essencialmente, promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego, melhorando as suas competências socioprofissionais, através do contacto com o mercado de trabalho, e fomentar o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e atividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalização.