Coimbra  19 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

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Coimbra: Associação Empresarial alerta para sociedade iParque

14 de Março 2017

O relativo abandono a que a Câmara conimbricense votou a sociedade iParque é questionado pela Associação Empresarial da Região de Coimbra – NERC.

“De que forma pretende a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) dinamizar e promover políticas de atracção e criação de empresas” no Parque de Inovação em Ciência, Tecnologia e Saúde?, pergunta aquele organismo.

Horácio Pina Prata, presidente da NERC e ex-vereador, afirmou, em conferência de Imprensa, olhar “com muita preocupação” para a maneira como a autarquia tem lidado com a iParque (sociedade de que a CMC é a principal co-proprietária).

Como noticiou, recentemente, o “Campeão”, a Câmara conimbricense está a encarar a internalização da iParque.

Sem viabilidade no âmbito do Sector Empresarial Local, a sociedade deverá enveredar por uma fase de internalização camarária, à semelhança do que aconteceu com a Turismo de Coimbra, sem embargo de a autarquia vir a recorrer a parcerias para obtenção dos fins que presidiram à criação da sociedade.

No horizonte de dois meses, a NERC vai levantar 22 questões com o intuito de dar um contributo para resolução do problema da responsabilidade quanto ao desenvolvimento económico.

“Porque não há políticas de investimento local para estimular a iniciativa empresarial em Coimbra”? “Porque insiste a CMC em governar de costas voltadas para a sociedade civil, ignorando ostensivamente as organizações em torno das quais os cidadãos se reúnem para melhor tratar do interesse comum e da coisa pública”? Estas são duas das perguntas da Associação Empresarial da Região de Coimbra, que espera da sociedade civil achegas sobre as questões.

NERC também interroga por que razão “nega a CMC a sua responsabilidade de promoção do desenvolvimento económico anulando o Gabinete de Apoio ao Investidor e criando barreiras burocráticas intransponíveis a qualquer empresário com intenção de investir”.

Outra questão prende-se com a alegada inexistência de estratégia para fazer do convento de S. Francisco um pólo de dinamização económica.

 

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