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Coimbra acolhe camião PORTHOS para estudo da insuficiência cardíaca

28 de Fevereiro 2023 Jornal Campeão: Coimbra acolhe camião PORTHOS para estudo da insuficiência cardíaca

A unidade móvel de estudo da insuficiência cardíaca PORTHOS vai estar estacionada em Coimbra, na Praça da Canção, entre os dias 2 e 10 de Março. O camião tem percorrido o país para conhecer a prevalência da insuficiência cardíaca, já que os últimos dados que há sobre o tema datam de há mais de 20 anos. O estudo, promovido pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia e pela AstraZeneca, em parceria com a Nova Medical School, vai avaliar uma amostra representativa da população portuguesa (5.616 participantes), com residência em Portugal continental e idade igual ou superior a 50 anos.

Depois de ter passado pelo Alentejo e por Lisboa e Vale do Tejo, o estudo PORTHOS chega à zona Centro do país, onde se espera a participação de cerca de 1016 pessoas. O PORTHOS vai funcionar de segunda-feira a sábado, das 8h30 às 18h30, e domingo, das 8h30 às 12h30. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, vai visitar a unidade móvel no próximo dia 9 de Março, às 14h30.

O objectivo do PORTuguese Heart failure Observational Study (PORTHOS) ou, em português, Estudo Epidemiológico sobre Insuficiência Cardíaca na População Portuguesa, passa por conhecer o número de pessoas (prevalência) que sofre de insuficiência cardíaca em Portugal e caracterizá- las, já que os últimos dados datam de há mais de vinte anos. O contacto é feito telefonicamente e quem aceitar participar no estudo é convidado a deslocar-se à unidade móvel, instalada num camião, devidamente equipado com meios técnicos e humanos, onde se realizam alguns exames médicos, desde colheitas de sangue a electrocardiogramas e o ecocardiogramas.

Na zona Centro do país, o PORTHOS passará, também, por Belmonte, Fundão, Montemor-o-Velho e Arazede entre os meses de Março e Abril. Os resultados do estudo PORTHOS irão aumentar o conhecimento e informação sobre o impacto desta doença em Portugal e, consequentemente, permitir uma definição de políticas de saúde capazes de colmatar as necessidades reais existentes.