Coimbra  17 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

CMC: Pedro Malta sucede a Mário Gaspar como director financeiro

4 de Dezembro 2018

Pedro Malta vai suceder a Mário Gaspar como director do Departamento Financeiro e de Inovação Organizacional da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), disse fonte autárquica ao “Campeão”.

O gestor autárquico chefiava a Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal da Lousã.

Face ao relacionamento de Pedro Malta com o vice-presidente da CMC, a escolha sugere reforço da capacidade de recrutamento de Carlos Cidade.

Ex-funcionário da antiga empresa municipal Figueira Grande Turismo, o gestor também trabalhou na Agência Portuguesa do Ambiente.

Malta é membro da Comissão Concelhia de Coimbra do PS, liderada por Carlos Cidade, disseram fontes partidárias ao “Campeão”.

Do cargo agora preenchido, em regime de substituição, na Câmara conimbricense – cujo DFIO estava sem titular, há um mês, como noticiou, oportunamente, o “Campeão” – dependem as divisões de Contabilidade e Finanças, de Património e Aprovisionamento e de Planeamento e Controlo.

A 26 de Novembro [de 2018], o vereador independente, José Manuel Silva (“Somos Coimbra”), questionou, em vão, o líder do Município, Manuel Machado (PS), sobre o assunto.

Mário Gaspar renunciou ao cargo na sequência da suspensão da mais recente reunião extraordinária da autarquia, reatada, a 31 de Outubro, para aprovação do orçamento camarário, depois de a receita haver aumentado perto de dois milhões de euros (de 98,91 para 100,89).

O economista ingressou na Câmara Municipal de Coimbra para assessorar o presidente, em Novembro de 2013, e, sob secretismo, ascendeu a director municipal, cargo que foi extinto ao abrigo de uma reestruturação orgânica. A função de director de departamento foi confiada a Mário Gaspar em meados de 2014.

No começo de 2015, Gaspar protagonizou uma divergência de pontos de vista com a vereadora Carina Gomes.

O titular do DFIO levantou dúvidas perante uma iniciativa da autarca, que puxou pelos «galões» apesar de ele não estar sob a alçada funcional dela, e o economista não obteve, inicialmente, do presidente da Câmara, Manuel Machado, o respaldo a que aspirava.

Neste contexto, Mário Gaspar gozou, então, dois dias de férias, atitude que deu nas vistas por ter sido conjugada com a arrumação de papéis.

WP Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com