Coimbra  28 de Fevereiro de 2021 | Director: Lino Vinhal

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Centro de Interpretação Ambiental da Mealhada com 26 000 visitantes

11 de Janeiro 2021 Jornal Campeão: Centro de Interpretação Ambiental da Mealhada com 26 000 visitantes

Ao longo de cinco anos, cerca de 26 000 pessoas participaram em actividades no Centro de Interpretação Ambiental (CIA) da Mealhada.

“O número seria ainda mais elevado não fosse o cancelamento das actividades, ao longo de grande parte deste ano, devido à pandemia”, disse a autarquia.

O ano começou com a maior afluência de sempre às acções dinamizadas no CIA, com 862, 630 e 106 participantes em Janeiro, Fevereiro e Março, respectivamente, mas foi travado com o surgimento da pandemia.

A actividade foi retomada em Julho, mas com grupos bastante reduzidos devido às regras de segurança. No total, participaram nas actividades do CIA, no ano transato, 2 146 pessoas. Em 2019, o número de participantes havia sido 6 969, em 2018 foram 7 251, em 2017 participaram nas actividades 5 622 pessoas e em 2016 e 2015 contabilizaram-se 3 474 e 520 pessoas, respectivamente.

Os participantes são maioritariamente crianças e idosos, não só do concelho da Mealhada como de outros concelhos vizinhos. Neste ano, apesar da distância física, o CIA aproximou-se da comunidade com um novo website, um espaço que faculta um conjunto de informações sobre o meio ambiente e preservação da natureza e apresenta os recursos pedagógicos, as actividades e o programa que vai sendo desenvolvido ao longo do ano.

Inaugurado em Outubro de 2015, o CIA é um espaço lúdico e educativo, equipado com modernos meios audiovisuais e preparado para realizar as mais diversas actividades pedagógicas, desde oficinas diversas, por exemplo as de criação de armadilhas de vespas, ao visionamento de filmes sobre a fauna e a flora, de exposições a conferências.

Tirando partido da mancha verde em que se encontra – O Parque da Cidade da Mealhada –, o CIA procura transmitir mensagens usando, sempre que possível, o Parque, seja em jogos de educação ambiental, em percursos de descoberta da natureza ou experiências e desafios de equipas. Todas estas iniciativas são inseridas em espaços temporais específicos, como as tardes de quarta-feira, a Semana da Floresta Autóctone ou as férias escolares, havendo também actividades direccionadas a grupos de escolas e IPSS. Acolhe ainda projectos como o programa Eco-Escolas da Associação Bandeira Azul da Europa e Projecto Rios, da ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental.