Coimbra  11 de Julho de 2020 | Director: Lino Vinhal

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Carlos Cortes enaltece trabalho do IPO de Coimbra

15 de Junho 2020 Jornal Campeão: Carlos Cortes enaltece trabalho do IPO de Coimbra

Carlos Cortes com Margarida Ornelas (à esquerda) e Ana Pais, respectivamente directora clínica e presidente do IPO de Coimbra

 

“O IPO de Coimbra é um hospital seguro e os doentes devem ter toda a confiança para virem às consultas e às cirurgias”, sublinhou, hoje, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), após uma visita àquela instituição de saúde.

Carlos Cortes foi recebido pela presidente do Conselho de Administração do IPO de Coimbra, Maria Margarida Ornelas, e pela directora Clínica, Ana Pais, para, em conjunto, avaliar a abordagem, as respostas e as medidas excepcionais implementadas face à covid-19 nesta unidade que presta cuidados de saúde diferenciados no âmbito do diagnóstico e tratamento da doença oncológica.

Segundo Carlos Cortes, o IPO de Coimbra “cumpriu o seu dever” durante a fase crítica da pandemia, desenvolvendo procedimentos para proteger os doentes e os profissionais, que ainda estão em vigor, e mantendo a actividade, porque “nesta área sensível, dos doentes oncológicos, não se pode esperar”.

O presidente da SRCOM referiu que, mesmo assim, houve menos cirurgias e consultas, com um em cada cinco doentes a desistirem, o que, considera, “vai ter um impacto negativo na doença”.

Carlos Cortes acentuou que os doentes não devem ter receio, porque “há total segurança nas consultas, tratamentos e cirurgias”, destacando, igualmente, o trabalho que o IPO de Coimbra está a fazer na recuperação do atraso.

A actividade cirúrgica já estabilizou nos 100 por cento”, declarou, acrescentando que está a ser dado um impulso para que as pessoas voltem às consultas que faltaram, na ordem dos 20 por cento.

Para Carlos Cortes, nota-se que o IPO de Coimbra “é um hospital com sinais de humanização em todos os serviços”, destacando que durante a pandemia houve videochamadas entre doentes nos cuidados terminais e as suas famílias, assim como em relação a outros internados.

Recorde-se que, com o intuito de avaliar como se organizaram todas as unidades de saúde e se encontraram as melhores soluções face a esta emergência epidemiológica, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos já esteve no Hospital Distrital da Figueira da Foz, no Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, na Tocha, no Hospital Sousa Martins, na Guarda, no Hospital CUF Viseu, na Casa de Saúde São Mateus, em Viseu, no Hospital Dr. Francisco Zagalo e Hospital de Campanha Anjo d’Ovar, e, mais recentemente, no Centro Hospitalar S. Francisco, em Leiria.