Coimbra  2 de Dezembro de 2020 | Director: Lino Vinhal

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Câmara de Coimbra reforça escolas básicas com 11 auxiliares

26 de Outubro 2020 Jornal Campeão: Câmara de Coimbra reforça escolas básicas com 11 auxiliares

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou, hoje, 11 contratos de trabalho socialmente necessário, com vista ao reforço de auxiliares nas escolas básicas do concelho.

A medida surge no âmbito dos “Contratos Emprego-Inserção (CEI)”, promovida pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que permite que estas pessoas mantenham o contacto com o mercado de trabalho e auxiliem nesta “missão importante”, como salientou Manuel Machado.

A CMC vai reforçar as escolas básicas do concelho com 11 novos auxiliares, ao abrigo da medida CEI, que permite que inscritos no IEFP trabalhem durante o próximo ano na autarquia.

“Esta é uma missão importante, sobretudo nesta fase da pandemia”, salientou Manuel Machado. “Este é também um dia importante para vocês, que se inicia agora e é uma oportunidade de fazerem uma caminhada. Espero que se sintam realizados nesta missão e que tenham gosto em trabalhar na Câmara Municipal” – destacou o autarca.

Estes novos trabalhadores vão beneficiar de subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego do IEFP, que são condições exigidas pela medida CEI. Igualmente, passam a usufruir de uma bolsa complementar de 87,76 euros por mês, de subsídio de alimentação por cada dia de actividade, das despesas de transporte entre a residência habitual e o local de trabalho, de seguro que cubra riscos que possam acontecer durante e por causa do exercício de funções e de quatro dias por mês para se dedicarem à procura de emprego. A Câmara de Coimbra suporta todos estes encargos.

Segundo o IEFP, o CEI é “uma medida que consiste na realização de trabalho socialmente necessário, isto é, a realização de actividades que satisfaçam necessidades sociais ou colectivas temporárias por desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional”. As actividades a desenvolver devem ser relevantes para a satisfação de necessidades sociais ou coletivas e não devem visar a ocupação de postos de trabalho.

Esta medida, que tem a duração máxima de um ano, visa, essencialmente, promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego, melhorando as suas competências socioprofissionais, através do contacto com o mercado de trabalho, e fomentar o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e actividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalização.

Recorde-se que a autarquia tem em curso um procedimento de contratação pública para o recrutamento de 11 postos de trabalho na carreira de assistente operacional para apoio educativo nas escolas.