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ANJAP/Coimbra: Lista de continuidade orgulha-se do trabalho feito

13 de Dezembro 2018

A lista de continuidade candidata aos órgãos da Direcção Regional de Coimbra da Associação Nacional de Jovens Advogados, a eleger sexta-feira (14), orgulha-se do trabalho feito pela ANJAP.

A candidatura de Sandra Fernandes, vice-presidente cessante do organismo, a sucessora de Nuno Ricardo Martins considera que “o trabalho de equipa permitiu à ANJAP reafirmar-se como indiscutível representante dos jovens advogados e dos advogados estagiários”.

“É com naturalidade que assistimos ao aparecimento de mais advogados e advogadas estagiárias a quererem abraçar este projecto”, declarou Sandra Fernandes ao “Campeão”.

A lista (B) da advogada, cujo opositor é Luís Silva, aspira a “consolidar a posição institucional da ANJAP, por forma a que todos os associados tenham um papel cada vez mais activo nas questões profissionais que directamente os afectam, como sejam, a título de exemplo, o acesso à profissão, os actos próprios dos advogados, a respectiva Caixa de Previdência e o sistema de acesso ao Direito, bem como nas políticas da Justiça em geral”.

Joana Gomes de Freitas e Rúben Fonseca são potenciais vice-presidentes da Direcção Regional de Coimbra da Associação Nacional de Jovens Advogados, perfilando-se como (re)candidatos a vogais Sandra Martins, Daniel Toscano e Ana Coutinho. Manuel Álvaro da Silva, Sandra Pereira, Daniela Isabel, Pedro Mendes, Sílvia Fernandes dos Santos, Pedro Ruas e Petra Correia são os demais candidatos a vogais.

A lista encabeçada por Sandra Fernandes está integrada num projecto, de âmbito nacional, candidato a todos os órgãos sociais da ANJAP.

Sobre a existência de duas candidaturas, Luís Silva declarou ao “Campeão” nunca ter posto de parte a possibilidade de a respectiva lista acolher qualquer colega, sendo defensor de “um projecto aberto e integrador de todos” os que comumguem da sua visão.

“Queremos uma ANJAP que resolva problemas aos nossos colegas e que seja uma voz para os que não a conseguem ter”, acentua.

Segundo o jurista, “o papel da Associação pode e deve ser o de enfrentar o ‘statu quo’, questionar e ser uma voz para representar os jovens advogados”.

Da lista de Luís Silva fazem parte Diogo Fonseca Santos, Diogo Roxo, Diogo Carvalhas, Filomena Mateus, Emanuel Ré de Melo e Inês Furtado.

 

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