Coimbra  20 de Agosto de 2019 | Director: Lino Vinhal

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AIRC avança com a segunda fase do seu edifício-sede

17 de Junho 2018

A Associação de Informática da Região Centro (AIRC) vai avançar com a construção da segunda fase do seu edifício-sede, cujo investimento atinge mais de um milhão e 300 000 euros.
Com a duração prevista de seis meses, a empreitada “terá particular impacto na área da formação, uma vez que permitirá dotar a AIRC de novos espaços para a sua implementação, visando a satisfação dos seus clientes, através de uma oferta integrada e mais diversificada”, explica a Associação.
O objectivo é ter “uma infraestrutura moderna e adequada às necessidades dos formandos, possibilita a execução de um serviço de formação de excelência, aliando os rigorosos conteúdos formativos aos equipamentos e instalações mais recentes”.
Esta é mais uma aposta da AIRC para “aumentar a competitividade no mercado da administração pública”, explica a Associação, adiantando que as obras e a recente certificação como Entidade Formadora por parte da Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), constituem-na como um organismo “com uma oferta global e completa e líder de mercado no sector da administração local”.

Certificação da DGERT

A Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) acaba de certificar a Associação de Informática da Região Centro (AIRC) como ‘Entidade Formadora’. Desta forma, a AIRC vê “reconhecidas como adequadas as suas práticas pedagógicas, no âmbito da sua actividade formativa”. Segundo a entidade, para obter esta certificação, foi necessário comprovar “a capacidade, qualidade e fiabilidade do seu serviço de formação, satisfazendo as necessidades do mercado e respondendo às expectativas dos seus clientes”.

Para a AIRC, este reconhecimento é “também uma garantia para todos os clientes e parceiros da sua capacidade para, enquanto ‘Entidade Formadora Certificada’ integrada no Sistema de Formação Profissional da Administração Pública, assegurar a formação profissional dos seus colaboradores. Esta é, por isso, uma aposta estratégica, que permite às entidades públicas “não só obter as melhores soluções informáticas para os seus serviços, mas também, assegurando que, enquanto entidades empregadoras, facultam aos seus trabalhadores e dirigentes o acesso a formação profissional de qualidade”.

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