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Águas de Coimbra inicia instalação de colector no Bairro da Liberdade

12 de Janeiro 2017 Jornal Campeão: Águas de Coimbra inicia instalação de colector no Bairro da Liberdade

As inundações frequentes na na rua do Pinhal, no Bairro da Liberdade, pertencente à União de Freguesias de Eiras e S. Paulo de Frades, têm os dias contados. A empreitada para instalação de um colector de águas pluviais foi consignada, ontem (11), pela empresa municipal Águas de Coimbra (AC).

As obras foram adjudicadas à empresa Contec – Construção e Engenharia e têm por objectivo “resolver os problemas de recolha e encaminhamento das águas pluviais naquela zona, que foram identificados sempre que ocorrem períodos de precipitação intensa, e que estão na origem das inundações frequentes que afectam a rua do Pinhal”, revela a AC.

A empreitada, que está orçada em 76 200 euros, deve ser concluída num prazo de 120 dias, e inclui a para a instalação colectores de águas pluviais numa extensão de 254 metros, bem como sete sarjetas e 10 ramais domiciliários de águas pluviais. Está, ainda, prevista a reposição de pavimentos numa área de 1 700 metros quadrados.

Para assinar o auto de consignação esteve presente Manuel Machado, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, referindo-se a esta intervenção como “uma empreitada de menor dimensão e de orçamento contido”, que é para o Município “tão relevante como as obras de milhões, por se tratar de uma questão de equidade”.

O autarca disse, ainda, que “o que está em causa é resolver os problemas das pessoas que, neste caso, se queixaram várias vezes das inundações que afectaram as suas casas”, acrescentando, ainda, que se trata de proporcionar aos que residem na periferia “a mesma qualidade urbanística de quem vive no centro da cidade”.

Com efeito, o presidente da Câmara deixou a sugestão à administração da Águas de Coimbra de incluir nesta empreitada a construção de passeios e de valetas e a instalação de tubos subterrâneos ao longo da rua que permitam “arrumar” os vários fios e cabos de eletricidade.

Na opinião de Manuel Machado, o emaranhado de fios que as várias empresas vão deixando nos postes e nas edificações constituem “uma aberração na paisagem urbana, que tem de ser combatida”.