Coimbra  26 de Junho de 2019 | Director: Lino Vinhal

Semanário no Papel - Diário Online

 

Não há fibra, mas há telefone público

23 de Maio 2019

A agregação das freguesias, em 2013, levou à partilha de orçamento, de funcionários, de sedes e, também, de equipamentos entre as que se uniram.

Parece, contudo, que no edifício que alberga a freguesia de Botão, em Coimbra, o tempo parou bem antes dessa data, quando os telemóveis eram quase um exclusivo dos que tinham mais posses e o telefone fixo público era um “bem essencial” para as populações.

Ainda hoje, em 2019, o telefone de moedas, afecto à rede MEO ali permanece, mas aparentemente sem grande utilidade e com aspecto abandonado. Mas, sabendo da situação das telecomunicações naquela União de Freguesias, este meio de comunicação muito popular nos anos 90, é, de facto, a melhor solução, já que aquele território não tem ainda serviço de fibra óptica e as vias de comunicação não são as melhores.

Apesar da insistência por parte do executivo da UF e dos cidadãos, as operadoras “parecem não querer resolver o problema”, segundo o autarca Rui Soares.

A UF tem, contudo, na sede da Junta de Botão petições para as três operadoras, que a população pode subscrever e, talvez assim, as grandes empresas de telecomunicações se resolvam a solucionar o problema que deixa estes territórios ainda a viver no século XX.

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